Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar e interdisciplinar ao paciente. Mas deve se estender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas em diversos aspectos, como:
tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

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Mostrando postagens com marcador fibromialgia. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Petrolina/PE grande vitória!

 Uma amiga de fibra, moradora de Petrolina, a Cacau Azevedo nos trouxe a notícia, e fomos pesquisar...

















Precisamos de sua ajuda!

 



Pesquisa sobre: "Preferências da população diante de materiais de saúde mental"


*Precisamos ajudar para que nos ajudem!*


Pesquisa do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), com apoio da FAPESP, visa avaliar as preferências atribuídas pela população brasileira diante de alguns materiais psicoeducativos em saúde mental. O objetivo é poder oferecer conteúdos cada vez mais relevantes e adequados às demandas/expectativas da população. 

O IDOR é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo contribuir para a evolução da ciência, de forma a melhorar a condição de vida humana. 

No IDOR foi criada uma área de saúde mental que está produzindo materiais educativos abertos à população. O grupo de saúde mental também produzirá uma jornada de autoconhecimento e promoção de saúde - gratuita e aberta aos interessados(as). 


🔺 Os links para que respondam as DUAS pesquisas estão abaixo:

https://forms.gle/JSVbEncMa47mcdUB


https://forms.gle/auDbUCDxG1SD9VmT7

Desde já nosso muito obrigada!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Até personalidade mudou': ela relata melhoras após tratar fibromialgia...

 












A empresária Lela Brandão, 29, pensava que suas dores, principalmente no pescoço, eram normais. Acostumou-se tanto com elas que viveu quase 10 anos com os desconfortos, que foram piorando com o tempo. Mas as pessoas ao redor dela sempre diziam que aquilo não poderia ser algo tão comum assim. Lela, então, resolveu ir atrás de alguma explicação médica.









 Quando passou na consulta médica, relatou as dores, que também afetam o quadril e a lombar, além das noites mal dormidas e do cansaço no dia seguinte. Como consequência, sentia dificuldade em focar nas atividades e falta de disposição. Fez diversos exames e, fisicamente, estava tudo bem. Foi aí que Lela recebeu o diagnóstico da fibromialgia, uma doença crônica, sem cura e que tem como principal sintoma as dores difusas sem uma causa específica. 

Três pontos para entender a fibromialgia 

  • Sintomas: além das dores, os pacientes costumam relatar alterações no sono (insônia, por exemplo), fadiga, problemas de memória, dificuldade de concentração, transtornos psicológicos (como depressão), formigamento ou dormências nas extremidades do corpo, entre outros. 
  • Causas: não se sabe ao certo, mas os médicos explicam que existe uma resposta anormal do sistema nervoso central aos estímulos dolorosos. Infecções, traumas (físicos e psicológicos) e estresse também estão relacionados. 
  • Tratamentos: depende da dor, mas pode envolver uso de medicamentos, como antidepressivos e anticonvulsivantes. Atividade física é fundamental no tratamento da fibromialgia, principalmente porque não há cura para a doença.
















Tratamento mudou até minha personalidade' Lela, que é empresária e comunicadora e que vive em São Paulo (SP), descobriu a doença em novembro de 2022 e iniciou o tratamento logo em seguida, adotando pequenas mudanças: Começou a fazer fisioterapia para auxiliar no manejo das dores; Aprendeu a inserir pausas durante o dia, para melhor controle do estresse; Está buscando um esporte que goste para incluir na rotina; Faz alongamento antes de dormir; Incluiu tratamento com óleo de CBD (canabidiol), um dos principais componentes da maconha medicinal, após orientação médica e autorização da Anvisa.

Sobre este último ponto, a reumatologista explica que, de fato, muitos pacientes relatam melhora após o uso, enquanto outros, não. "Por isso, não recriminamos o uso. Mas ainda faltam estudos com mais participantes, comparando os que usam o CBD e os que não usam, e que expliquem mais sobre a dosagem ideal, por exemplo", diz.

Com apenas um mês, Lela já sentiu mudanças significativas na vida. Todo o tratamento tem ajudado, inclusive na endometriose, que descobriu antes da fibromialgia —em comum, as duas doenças causam bastante dor. "Por anos, eu acordava chorando porque dormia mal. Hoje, já estou um pouco melhor. Nem lembrava a sensação que era dormir e acordar renovada", conta.

A empresária diz ainda que até sua personalidade foi afetada. Antes, acordava tão cansada que mal conseguia aproveitar o dia. Queria logo ir dormir, mas quando o fazia, despertava ainda mais exausta. O estômago também agradece, já que, antes, ela tomava uma grande quantidade de analgésicos para ajudar com a dor frequente pelo corpo.










À procura do esporte perfeito Como meta do ano, Lela espera encontrar uma atividade física que goste, algo fundamental para ajudar na frequência e, enfim, tirá-la do sedentarismo.
















A empresária, por exemplo, gosta de fazer caminhadas com o cachorro. Mas espera encontrar outro esporte para incluir na rotina, pelo menos uma vez ao dia. "Quero que seja algo prazeroso. Nunca fui essa pessoa do esporte, então estou pedindo para as minhas amigas que são exatamente assim, viciadas em endorfina", diz.

Por fim, Lela reforça a importância em escutar os sinais do corpo e procurar médicos que respeitam isso.
















Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/01/25/lela-brandao-fibromialgia.htm?cmpid=copiaecola



domingo, 22 de janeiro de 2023

Compilado de Leis voltadas às Pessoas com Deficiência

 PCD - Pessoa com Deficiência




Ainda não há unanimidade quanto a Fibromialgia caracterizar seu portador como PCD,  existem Estados e cidades que possuem legislação própria, sobre este assunto.

Que fique claro: Em nível nacional não há nenhuma lei sobre este tema voltada as pessoas com Fibromialgia.

Se você pesquisar no Google, poderá saber se existe em sua cidade ou Estado legislação sobre o tema.


Agora, vamos passar a vocês o link da página do Diário PCD - Jornal on-line voltado ao universo das pessoas com deficiência, na qual reuniram leis sobre os benefícios já existentes, em nível nacional, às PCD's. Como fonte tiveram a Câmara dos Deputados.

Você ou alguém que conheça podem usufruir dos benefícios apresentados. Então divulgue, compartilhe!


https://diariopcd.com.br/2023/01/21/compilado-de-leis-sobre-os-direitos-das-pessoas-com-deficiencia/

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Anvisa libera uso de canabidiol em medicamentos, mas substância causa desconfiança na sociedade

 










A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já aprovou 25 medicamentos a base de cannabis no Brasil. Destes, nove são à base de extratos de Cannabis sativa e 14 de canabidiol. A última autorização aconteceu no dia 28 de novembro. A norma permitiu a fabricação do Canabidiol Ease Labs 100 mg/ml. O remédio será fabricado pela Ease Labs Laboratório Farmacêutico sob a forma de solução de uso oral.
Apesar das liberações, ainda há muitas pessoas quem tenha resistência ao uso da substância, especialmente por ela ser relacionada com a maconha. No entanto, especialistas alertam para as diferenças e a importância da cannabis medicinal para os tratamentos.
A médica Roberta França explica que há um sistema no organismo chamado endocanabinoide, que é um importante aliado na regulação e equilíbrio de uma série de processos fisiológicos no corpo humano, que é acionado com o uso da substância. "O cannabis é uma medicação que busca trazer de novo o equilíbrio original do organismo", explica. "A tentativa do canabidiol é justamente fazer com que esse corpo que se recupere, sendo saudável e sem dor, sem angústia, sem ansiedade. Esse é o objetivo", diz Roberta. "Os maiores tratamento são justamente dentro desse contexto de dor crônica, ansiedade e depressão. A cannabis tem realmente mostrado ampla resposta", completa.  
A médica Paula Dall'Stella, pioneira nos estudos da terapia canabinoide no Brasil, diz ainda que o composto pode ser usado no combate ao câncer, Mal de Alzheimer e até mesmo para controlar a alimentação.
"Eles apresentam excelente ação analgésica, então podem ser úteis em casos de dores crônicas de diferentes etiologias, como artrite reumatoide, fibromialgia e dores de origem neuropática. Também apresentam ação antináuseas e antivômitos induzidos pela quimioterapia, o que pode ser extremamente útil em pacientes oncológicos", mostra. "Há evidências de que melhoram a qualidade do sono, do humor e podem atuar como ansiolíticos e antidepressivos. E também podem ser úteis em pacientes com esclerose múltipla, ajudando no controle da espasticidade", complementa.
No caso do câncer, há mais de cem tipos da doença e que são causadas tanto por fatores externos, como fumo e vírus; ou fatores internos, como mutação genética. Com 85 tipos diferentes de canabinoides e substâncias químicas que criam efeitos em todo o corpo, a cannabis medicinal auxilia no tratamento de sintomas, trazendo resultados favoráveis aos pacientes. Alguns compostos são usados com a forma sintética do THC para tratar náuseas associadas à quimioterapia, por exemplo. Segundo Paula, os reflexos são "positivos quando seguidos por um tratamento pré-definido e resultam na melhoria da qualidade de vida do paciente, prevalecendo o direito amplo à vida digna".
Roberta França explica ainda que o canabidiol não traz curas para tudo. "Acho que isso é algo que tem que ficar muito claro para o paciente não achar que vai tomar a substância e vai se curar de tudo e que ele não precisa mais fazer nenhum outro tipo de tratamento. Isso não é verdade, o canabidiol é um medicamento coadjuvante", aponta.
A respeito da desconfiança das pessoas na substância, Roberto lembra que "sempre que vem algo novo a gente desconfia". 
Apesar de não ser ter a mesma ação da maconha, os benefícios do uso do cannabis para auxílio nos tratamentos foram descoberto por conta da droga. "Os pacientes que faziam uso da droga relatavam por exemplo, durante a quimioterapia, que fazendo uso da maconha eles não sentiam enjoo, tinham uma melhora da insônia. Então, por conta disso, começou a pesquisa, para poder justamente entender qual era a função dessa substância, por que que o paciente parava de vomitar, por que o paciente parar de sentir dor", conta França.
Chrystina Barros, pesquisadora em saúde da UFRJ, critica o fato de a população duvidar do uso da substância. "Ele tem um efeito comprovado, regulamentado em diversos países do mundo. Conseguimos que a Anvisa liberasse a utilização desses subprodutos, mas estamos em um momento em que a sociedade está retrocedendo em uma série de conquistas sociais", diz. 
"Temos associações muito sérias que fazem o cultivo para o uso estrito e extração, ajudando diversas famílias que não podem exportar o óleo, que é caríssimo", aponta. "Vale lembrar que o cannabis, assim como todos os ansiolíticos, como o Rivotril, que a nossa sociedade é viciada, todos eles podem causa dependência. Mas se bem indicados e prescritos, podem ser extremamente benéficos", completa. 
"O cannabis, sem dúvida nenhuma, melhora a qualidade de vida, e precisa ser mais estudado da maneira correta. A ciência vislumbra que a gente ainda pode se beneficiar e muito dos compostos do cannabis, principalmente a medida que a população envelhece e vão surgindo doenças que tornam nosso dia a dia mais sofrido", aponta. Para ela, "respeitar o desenvolvimento dos estudos e o uso do cannabis é uma questão de saúde pública e humanidade".
Anvisa fala sobre o Cannabis medicinal
A Anvisa explicou um pouco sobre o processo de liberação, compra e produção dos medicamentos. De acordo com a agência, existem duas formas de autorização para industrialização e comércio. "Uma é o Registro como Medicamento, caminho regulatório existente na legislação sanitária brasileira para autorização de produtos tecnicamente elaborados que possuam alegações terapêuticas ou medicinais, de acordo com o previsto na Lei nº 5.991/1973", explicou a nota.
"A outra forma é a Autorização Sanitária de Produtos de Cannabis", completou. Ela é emitida pela Anvisa e publicada no Diário Oficial da União (DOU), "mediante deferimento de solicitação da empresa que pretende fabricar, importar e comercializar Produto de Cannabis para fins medicinais; enquanto Produto de Cannabis é produto industrializado, objeto de Autorização Sanitária pela Anvisa, destinado à finalidade medicinal, contendo como ativos, exclusivamente, derivados vegetais ou fitofármacos da Cannabis sativa."
"A indicação e a forma de uso, bem como a população alvo dos produtos à base de Cannabis não são aprovadas previamente pela Agência, ficando a sua definição sob a responsabilidade do médico assistente do paciente", pontuou a agência. 
A Anvisa disse ainda que os produtos a base de cannabis não podem ser totalmente tratados como medicamentos, pois o processo de liberação é diferente. "O objetivo da criação dessa nova categoria, baseada na regulamentação internacional, é permitir temporariamente a autorização de produtos, com todos os requisitos de qualidade aplicáveis aos medicamentos, mas não com a obrigatoriedade de apresentar estudos completos de segurança e eficácia", apontou.
Assim, esses produtos podem ser utilizados pela população brasileira, sem outras alternativas terapêuticas, conforme orientação e prescrição médica, enquanto os estudos clínicos confirmatórios de sua eficácia são concluídos para que eles possam ser então registrados como medicamentos. 
As solicitações baseadas para produção são submetidas eletronicamente pelas empresas fabricantes/importadoras por meio de sistema acessado pelo portal da Anvisa. "Estas solicitações devem vir acompanhadas de todas as evidências previstas na norma, de forma a garantir a qualidade e a segurança do produto", afirma a agência.
Após a avaliação técnica, a Anvisa poderá concluir pela aprovação ou reprovação do produto, ou ainda, solicitar esclarecimentos ou documentação complementar à empresa, com vistas a comprovar a qualidade e a segurança do produto. Neste último caso, a empresa tem até 120 dias para apresentar as informações e documentos solicitados. Estas informações e documentos retornam para análise técnica, podendo resultar na aprovação ou reprovação do pedido de autorização sanitária do produto.
Embora haja 25 produtos a base de cannabis liberados, na categoria dos medicamentos, há apenas um aprovado no Brasil. Trata-se do Mevatyl, cuja bula traz a seguinte indicação aprovada: tratamento sintomático da espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla (EM).
"Os produtos são dispensados em farmácias e drogarias a partir da prescrição médica, com apresentação de receita do tipo B ou tipo A, a depender da concentração de tetrahidrocanabinol (THC)", concluiu a Anvisa. 


terça-feira, 15 de novembro de 2022

Ser invisível aos médicos


Fabiana Maranhão

Colaboração para VivaBem

14/11/2022 04h00

Você já ouviu falar na expressão "medical gaslighting"? O termo parece estranho, mas a situação é familiar: medical gaslighting é a experiência de se sentir "invisível" diante de um médico.

Leia a matéria na íntegra acessando:

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/11/14/medical-gaslighting-voce-ja-se-sentiu-invisivel-diante-de-um-medico.htm


*Não é apenas com pacientes com Fibromialgia. Infelizmente, muitas escolas de medicina não estão ensinando a diagnosticar...ou a serem mais humano!

 

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

INFOABRAFIBRO de 28.10 a 03.11.2022

 Chegou a Edição da Semana 

de 28.10 a 03.11.2022.

Trazemos as novidades e notícias sobre o mundo da Fibromialgia e dos Indivíduos com Fibromialgia no Brasil e no mundo.

Esta edição está especial! Com temas de muita importância para o conhecimento e posicionamento dos pacientes, familiares e amigos.

Precisamos lembrar: Este trabalho é 100% voluntário, de pacientes para pacientes e de Profissionais Renomados e Especialistas.

Nosso objetivo é que aproveitem e divulguem ao máximo esse trabalho. É parte integrante do seu tratamento também. Acredite!

Quanto maior o conhecimento, maior o empoderamento.

A luta contra os sintomas da Fibromialgia não obtém sucesso apenas com medicamentos. 

Não! Fato! 

O envolvimento do paciente no tratamento não medicamentoso e na sua educação para engajamento, formam o conjunto que tem chances muito maiores de sucesso contra o "pacote" de sintomas.

Sua parte é muito ou tão importante quanto qualquer outra.

Faça por você!

Agora...vamos às novidades

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Texto escrito pela Profissional Voluntária Dra Daniela Queirós - psicóloga em Portugal

O que significa humanizar os serviços de saúde? 👩‍⚕️👨‍⚕️





Na atualidade o termo humanização, está intimamente relacionado com a valorização do cuidado nas suas dimensões técnicas e científicas. Assim sendo, são reconhecidos os direitos do paciente, a sua dignidade, individualidade, autonomia e a toda a sua subjetividade. Este conceito vai englobar igualmente o reconhecimento do profissional de saúde, enquanto ser humano pressupondo idealmente uma relação sujeito/sujeito.

A humanização surge no contexto da abordagem centrado no usuário, tendo como principal critério o interesse dos doentes, expectativas, as suas preferências e valores.

Assim sendo nos cuidados de saúde e profissionais de saúde, o doente deve ser encarado como um ser humano na sua totalidade e não apenas com uma série de sinais, sintomas, doenças ou deficiência.

Para tal é fundamental a relação profissional de saúde-usuário, ou seja, a humanização aqui é entendida como um vínculo, entre os profissionais de saúde e os doentes, numa postura orientada para a apreciação e baseado compreensão dos sujeitos, refletindo-se num comportamento ético e humano.

Segundo, Picker Institute Europe, após vários anos de investigação, foi possível identificar oito dimensões fundamentais para uma abordagem centrada no doente: 

1) rapidez no acesso aos cuidados de saúde;

2) garantia de cuidados de qualidade;

3) participação nas decisões e respeito pelas suas preferências;

4) informação clara, compreensível e apoio à autonomia;

5) empatia;

6) apoio emocional, empatia e respeito;

7) envolvimento de familiares e cuidadores; e

8) continuidade de cuidados.

A relação profissional de saúde-doente é um dos aspetos fundamentais para o sucesso de um tratamento, compressão do problema, adesão terapêutica e até mesmo a sua continuidade.

Aplicado a uma doença crónica, ou pautada pela constante dor, dependerá sempre da motivação do paciente para cumprir todas as terapêuticas indicadas, no sentido de se obter o controle de doença. O doente precisa perceber o interesse do profissional de saúde pelo seu problema, assim como o profissional deverá partilhar conhecimento e experiência face ao mesmo, criando assim um vínculo seguro.

Na doença crónica a relação de confiança é crucial, uma vez que o doente irá requerer cuidados para toda a vida.  A empatia profissional de saúde-doente é fundamental, deixando este último mais motivado e predisposto a informar com mais clareza, os sinais, sintomas, problemas e dúvidas ao longo de todo o processo. Assim sendo a familiaridade, colaboração e confiança tem um forte impacto na efetividade dos processos diagnósticos e terapêuticos.

A humanização nos cuidados de saúde pretende acima de tudo um olhar qualitativo do doente. Apostar na aprendizagem do processo de estabelecimento de empatia na formação de novos/atuais profissionais de saúde será uma mais valia em tratamentos futuros. Reforçar a importância da comunicação verbal e não verbal, sendo que esta última muitas vezes dá mais informações do que a verbal. Olhar para o paciente na busca de uma interpretação não expressa em palavras, mas sim na sua postura, nos seus medos, ansiedades e no que omite.

Unindo a escuta à empatia teremos a prática de uma escuta empática que se caracteriza por ir mais além do simples ato de ouvir o doente, de registrar, repetir ou mesmo entender as palavras que estão a ser ditas. O profissional de saúde ouve o doente, procurando entender o significado, o sentimento; ouve para compreender.

Nesta simbiose de sentidos e de formas de comunicação torna-se urgente olhar o doente como único, um ser em construção que vai certamente revelar e viver os seus problemas de forma diferenciada. Este doente irá estar, na confrontação com uma doença crónica, em constantes transformações (internas e externas) e irá procurar junto dos que o rodeiam procurar ajuda. Teremos talvez que rever igualmente o conceito de equipes multidiscisplinares que, idealmente irão conhecer o doente pela soma de todas as partes da doença do qual é portador. Equipes proativas, pautada pelo rigor da ciência e pela humanização que a prática assim o exige. 

No futuro seremos o que pensamos e objetivamos hoje, talvez por isso cada um de nos terá sempre algo a dizer no que toca a doença crônica.

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Judicialização da Saúde: Principais precedentes judiciais

A Lei Federal nº 8.080/90, artigo , inciso I, disciplina a “universalidade de acesso” ao sistema de saúde pública brasileiro e a Lei Federal nº 12.401/2011, especialmente os artigos 19-O, 19-P e 19-Q, fixando as competências outorgadas aos entes federados integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), consoante distribuição tripartite (BRASIL, 1990).

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A justa homenagem à Profª Dra. Andréia Salvador, será feita pelo Vereador Toni Matos, da cidade de Peruíbe/SP intitulada "PROFESSOR EM AÇÃO".

Segundo publicação do próprio Vereador, em seu Instagram:









DIPLOMA PROFESSOR EM AÇÃO” . A Câmara Municipal da Estância Balneária de Peruíbe, tem a honra de convidar a todos os munícipes para a Sessão Solene no dia 04 de novembro de 2022, às 19h, com o intuito de homenagear com o “Diploma Professor em Ação”, professoras e professores que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento do município, neste sentido, cada um dos Vereadores poderiam homenagear um professor e eu escolhi a Professora Doutora Andréa Salvador M. Machado. . Andrea Salvador, como é conhecida na cidade, é professora na Faculdade Peruíbe e Coordenadora dos Cursos de Saúde da Instituição, além de ser idealizadora do Projeto Social Corpo Falante e criadora do método Dança Reabilitação, Andrea é Fisioterapeuta, Educadora Física, Professora de Educação Artística e Bailarina. . É uma honra para mim, poder homenagear uma mulher, professora e que tanto faz pelas outras pessoas do nosso município! . Venham prestigiar, não somente a ela, mas todos os professores homenageados e que dedicam suas vidas a ensinar.

Nós da ABRAFIBRO temos o prazer de tê-la entre nossos valorosos Profissionais Voluntários, e sabemos o quão importante e justa é tal homenagem.

Parabéns Dra Andréia.

Nosso Agradecimentos ao Vereador Toni Matos e à Casa Legislativa de Peruíbe por homenagear os grandes Professores da cidade. Afinal, a Educação de todos, e todas as Profissões dependem do comprometimento de cada um deles.

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Os 21 mitos da Fibromialgia

Para melhorar ainda mais a qualidade de vida das pessoas que vivem com fibromialgia, precisamos entender se e como sua dor é afetada, por exemplo, por seus pensamentos e sentimentos sobre a dor. A pesquisa atual sobre fibromialgia se concentra nos “portadores da síndrome”, estimados em 5% da população brasileira.

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Conass Informa n. 317/2022 – Publicada a Consulta Pública SCTIE n. 74 relativa à proposta de atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica

(Relativo a Portaria 1083/2012 - que dá as diretrizes para o tratamento da Fibromialgia dentro do SUS)

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Campo Grande/MS

Portadores de Fibromialgia terão carteira para comprovar a doença

(Assista a matéria no vídeo da emissora no YouTube)

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Crisciúma/SC

Daniel Antunes sai em defesa dos pacientes com fibromialgia

"...O Vereador quer saber se os pacientes em estado de vulnerabilidade..."


sexta-feira, 28 de outubro de 2022

INFOABRAFIBRO de 21 a 27.10.2022

 Chegou a Edição da Semana 

de 21 a 27.10.2022.

Trazemos as novidades e notícias sobre o mundo da Fibromialgia e dos Indivíduos com Fibromialgia no Brasil e no mundo.

Esta edição está especial! Com temas de muita importância para o conhecimento e posicionamento dos pacientes, familiares e amigos. É preciso força e união para mudarmos arbitrariedades, distorções e mitos, transformando em conscientização para enfrentar aqueles que estão com visão diferente da ciência, em conflito com órgãos federais.

Repercussões da Portaria 2324/2022 do Conselho Federal de Medicina... Temos desdobramentos.

Vamos refletir e agir? Você pode não estar usando, mas quanto a tantos que dele dependem? Um dia poderá ser você a precisar.

Reflexão e Pesquisa caem muito bem nessa situação.

Precisamos lembrar: Este trabalho é 100% voluntário, de pacientes para pacientes e de Profissionais Renomados e Especialistas.

Nosso objetivo é que aproveitem e divulguem ao máximo esse trabalho. É parte integrante do seu tratamento também. Acredite!

Quanto maior o conhecimento, maior o empoderamento.

A luta contra os sintomas da Fibromialgia não obtém sucesso apenas com medicamentos. 

Não! Fato! 

O envolvimento do paciente no tratamento não medicamentoso e na sua educação para engajamento, formam o conjunto que tem chances muito maiores de sucesso contra o "pacote" de sintomas.

Sua parte é muito ou tão importante quanto qualquer outra.

Faça por você!

Agora...vamos às novidades

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CFM suspende resolução sobre prescrição da Cannabis medicinal

Decisão ocorre após mobilização de entidades e pacientes

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Portaria Interministerial do Ministério do Trabalho e Previdência Social/MS nº 22 de 31.08.22

"Estabelece a lista de doenças e afecções que isentam de carência a concessão de benefícios por incapacidade,...

* Espondilite Anquilosante

.

. Entre outras...

Nota daAbrafibro:

A Fibromialgia aguarda tramitação do Projeto de Lei 4399/2019, para que seja incluída neste mesmo rol.

Desde 19.04.2022 segue parado na Mesa Diretora da Câmara.

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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) encaminhou uma carta para a Relatoria da Saúde da ONU denunciando a retirada de recursos do SUS para 2023. O valor do orçamento do Ministério da Saúde está fixado em R$ 149,9 bilhões, o que representa uma redução de R$ 22,7 bilhões, quando comparado a 2022. As perdas podem chegar a R$ 60 bilhões se considerarmos o Teto de Gastos, que tem congelado recursos desde 2018. A denúncia também foi encaminhada para a organização da sociedade civil Geneva Global Health Hub (G2H2), para a relatoria de Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Desca) da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e para o Conselho de Direitos Humanos da ONU. No Brasil, o documento segue para o Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Também é destinado ao relator-geral do Orçamento da União de 2023, senador Marcelo Castro, e ao relator do Orçamento da Saúde de 2023, senador Confúcio Moura. 

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Torres/RS

QUEM TEM FIBROMIALGIA E FIBROSE PULMONAR TERÁ PREFERÊNCIA EM ESTACIONAMENTOS E ATENDIMENTOS EM TORRES

Projeto de Lei de autoria do vereador Silvano Borja, no entanto, recebeu alguns questionamentos e cinco votos contra, mesmo sendo aprovado na Câmara

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Cruz das Almas/BA

Após indicação da vereadora Nádia Moura, Prefeitura entrega carteira de atendimento preferencial para pessoas com Fibromialgia.

"Pessoas com fibromialgia têm direito a atendimento preferencial. E a Prefeitura de Cruz das Almas, por meio da Secretaria de Saúde,..."

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Divinópolis/MG

Pacientes com Fibromialgia participam de conversas sobre alimentação saudável

"A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realizou na última semana,..."

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Vitória da Conquista/BA

Núcleo de Atenção a Saúde do Trabalhador inicia segundo grupo terapêutico para servidoras com fibromialgia

"Começou nesta quarta-feira (26), as atividades do segundo grupo terapêutico “Mulheres de Fibra",..."

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Salvador/BA

O Grupo de Apoio Gente de Fibra, realizou no último sábado, dia 22.10, um gostoso encontro entre seus membros e profissionais voluntários. Esses contribuíram con informações, aplicação de técnicas de massagens e outras orientações. As fotos e vídeos falam  por si!

É muito bom estar entre pessoas que entendem e compreendem. E não se perder a oportunidade para relaxar e descontrair.



















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Barra Velha/SC

Associação Abraçafibro Assoc Dos Fibromiálgicos através de sua presente Marcela, esteve presente na Assistência Social, conversando com a Secretária @Elisandra e a Sra Angélica.

A finalidade foi pedir ajuda aos pacientes com fibromialgia do município. 

Agradecem pelo acolhimento.

Esperamos respostas!