Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar ao paciente. Mas deve se estender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas com diversos aspectos, como: tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

Quer saber o que é FIBROMIALIGIA? na coluna ao lado esquerdo das postagem clique no link "Mas o que é fibromialgia"


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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Fibromialgia: Criando um Plano de Tratamento

A fibromialgia é uma condição complicada. Não tem causas específicas nem cura conhecida. No entanto, para aqueles que o têm - cerca de um em cada 50 americanos - a dor crônica , a fadiga e a tensão psicológica da fibromialgia são muito claras.
Os sintomas da fibromialgia são tratáveis, no entanto. Muitos especialistas acreditam que o melhor tratamento é uma abordagem multifacetada que combina medicação com mudanças no estilo de vida e tratamentos alternativos.
Pode ser necessário que você trabalhe com seu médico, um fisioterapeuta e possivelmente com outras pessoas para adaptar um plano de tratamento às suas necessidades. Veja como começar.

Tratamento da fibromialgia: comece com um diagnóstico

A fibromialgia é uma síndrome - uma coleção de sintomas, e não uma doença específica. Alguns dos sintomas mais conhecidos da fibromialgia são:
  • Dor generalizada
  • Fadiga severa
  • Pontos de dor no corpo
  • Ansiedade ou depressão

Os médicos geralmente diagnosticam a fibromialgia considerando critérios como por quanto tempo você teve dor e quão difundida ela é, e descartando outras causas. Isso pode ser complicado, no entanto, porque os sintomas associados à fibromialgia podem ser causados ​​por outras condições. Portanto, é melhor consultar um médico que esteja familiarizado com a fibromialgia.
Aprenda sobre medicamentos para fibromialgia
Uma vez que você tenha sido diagnosticado com fibromialgia, seu médico irá conversar com você sobre as opções de tratamento. Vários tipos de medicamentos são usados ​​para ajudar a controlar os sintomas da fibromialgia, como dor e fadiga .
Três medicamentos são aprovados pelo FDA(tem a mesma função da ANS brasileira) para tratar a fibromialgia:
  • Cymbalta (duloxetina): Cymbalta é um tipo de antidepressivo chamado de inibidor de recaptação de serotonina e norepinefrina (SNRI) (No Brasil existem outros medicamentos com o mesmo princípio ativo - duloxetina - com outros nomes comerciais). Os pesquisadores não sabem ao certo como o Cymbalta funciona na fibromialgia, mas acham que níveis crescentes de serotonina e norepinefrina ajudam a controlar e reduzir os sentimentos de dor.
  • Lyrica (pregabalina): Lyrica é uma droga para dor no nervo e epilepsia (No Brasil existem outros medicamentos com o mesmo princípio ativo - pregabalina - com outros nomes comerciais)Em pessoas com fibromialgia, pode ajudar a acalmar as células nervosas excessivamente sensíveis que enviam sinais de dor por todo o corpo. Tem sido eficaz no tratamento da dor fibro.
  • Savella (milnacipran): Savella também é um SNRI. Embora os pesquisadores não tenham certeza de como isso funciona, estudos mostraram que isso ajuda a aliviar a dor e reduzir a fadiga em pessoas com fibromialgia.
(No Brasil, quem faz o tratamento pelo SUS, deve seguir as indicações dos medicamentos e o tratamento conforme consta na Portaria 1083 do Ministério da Saúde - acesse: https://docs.google.com/document/d/1A4ldNFSXVYa8jtaB0yAU4XBe9RtvzgvlJ_bkfgVUzC8/edit?usp=sharing).

Os antidepressivos também são prescritos às vezes para ajudar as pessoas a controlar os sintomas da fibromialgia:
  • Antidepressivos tricíclicos . Ao ajudar a aumentar os níveis das substâncias químicas do cérebro, a serotonina e a norepinefrina, esses medicamentos podem ajudar a relaxar os músculos doloridos e aumentar os analgésicos naturais do corpo.
  • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs). Seu médico pode prescrever um desses tipos de antidepressivos sozinho ou em combinação com um antidepressivo tricíclico. Os ISRSs impedem que a serotonina seja reabsorvida no cérebro . Isso pode ajudar a aliviar a dor e a fadiga.

Estes medicamentos também são prescritos para fibromialgia:
  • Anestésicos locais que são injetados em áreas especialmente sensíveis podem fornecer alívio temporário, geralmente por não mais de três meses.
  • Anticonvulsivantes ou medicamentos para convulsões, como o Neurontin, são eficazes para reduzir a dor e a ansiedade. Não está claro como esses medicamentos funcionam para aliviar os sintomas da fibromialgia.
  • Musculares relaxa nts ocasionalmente são prescritos para ajudar a aliviar a dor associada com tensão muscular em pacientes com fibromialgia.
 Seu Plano de Tratamento da Fibromialgia: Fique Ativo
O exercício é uma parte importante do gerenciamento dos sintomas da fibromialgia . Permanecer fisicamente ativo pode aliviar a dor, o estresse e a ansiedade.
A chave é começar devagarComece com atividades de alongamento e de baixo impacto, como caminhar, nadar ou fazer outros exercícios na água ou andar de bicicleta. Exercícios aeróbicos de baixo impacto, como yogatai chi ou pilates também podem ser úteis. Se você quiser aumentar a intensidade do seu exercício , converse com seu médico.
Qualquer exercício que você escolher, concentre-se em três áreas: amplitude de movimento, aeróbica e treinamento de força .

Fisioterapia para fibromialgia

A fisioterapia pode ajudá-lo a controlar sua doença, concentrando-se no que você pode fazer para melhorar sua situação e não em seus sintomas crônicos.
Um fisioterapeuta pode mostrar-lhe como obter alívio temporário da dor e rigidez da fibromialgia, ficar mais forte e melhorar sua amplitude de movimento. E ela pode ajudá-lo a fazer pequenas mudanças, como praticar uma boa postura, que ajuda a prevenir surtos dolorosos.

Tratamentos alternativos para fibromialgia

Uma série de tratamentos populares de fibromialgia estão fora do domínio da medicina convencional. Em geral, não houve pesquisas extensas sobre medicina complementar e alternativa (MCA), mas evidências sugerem que algumas podem funcionar. Fale sempre com o seu médico antes de iniciar qualquer tratamento alternativo.
Tratamentos alternativos populares incluem:
  • Acupuntura . Esta antiga prática curativa visa aumentar o fluxo sanguíneo e a produção de analgésicos naturais com agulhas finas inseridas na pele em pontos estratégicos do corpo. Alguns estudos relatam que a acupuntura pode ajudar a aliviar a dor, a ansiedade e a fadiga.
  • Massagem terapêutica . Isso pode ajudar a reduzir a tensão muscular, aliviar a dor em ambos os músculos e tecidos moles, melhorar a amplitude de movimento e aumentar a produção de analgésicos naturais.
Referência médica de WebMD Avaliado por Carol DerSarkissian em 02 de abril de 2017


Tradução: Google Traslator - Sandra Santos

terça-feira, 12 de junho de 2018

Fibromialgia é a doença da dor; entenda

Esta síndrome clínica afeta de 2% a 3% da população brasileira, em sua maioria mulheres entre os 30 e 55 anos



© Reprodução
07:20 - 08/06/18 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Dores pelo corpo inteiro, cansaço, insônia, problemas de memória, de concentração, ansiedade, formigamentos e dormências em partes do corpo, tontura, alterações intestinais e depressão. Estes são os sintomas da fibromialgia, síndrome clínica que afeta de 2% a 3% da população brasileira, em sua maioria mulheres entre os 30 e 55 anos.

Para alertar a população sobre a doença, Maio transformou-se no Mês Conscientização e Enfrentamento à Fibromialgia, em homenagem a Florence Nightingale, enfermeira inglesa, pioneira do Movimento Internacional da Cruz Vermelha, que sofria da doença e, mesmo assim, teve papel fundamental no atendimento aos feridos de guerra.
“É uma síndrome que se caracteriza, principalmente, pela ocorrência de dor generalizada. Ela pode ter causa primária, ou seja, se constituir uma doença por si só, ou ser secundária a um conjunto amplo de doenças metabólicas, como o hipotireoidismo, o diabetes; doenças reumáticas, como a polimialgia reumática, por exemplo, ou mesmo uso de medicamentos, por exemplo”, explica o neurologista Rogerio Adas, coordenador do Departamento Científico de Dor, da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).
A fibromialgia pode ser desencadeada por estresse pós-traumático causado por um trauma físico, psicológico ou uma infecção grave. O quadro começa com uma dor localizada crônica e se espalha por todo o corpo. Sabe-se ainda que esses pacientes são mais sensíveis à dor do que as outras pessoas.
“Os principais sintomas da doença são as dores difusas, presença de pontos dolorosos nos membros, tronco e cabeça, fadiga e insônia. É comumente associada a sintomas depressivos, ansiedade e mesmo alterações cognitivas como dificuldades de concentração”, conta o neurologista.
O diagnóstico é feito com exames clínicos, pois não existem testes para detectar a fibromialgia. Para constatar a síndrome, o médico verifica se o paciente apresenta os sintomas da doença e observa a existência de pontos dolorosos nos músculos.
Por ser uma condição crônica, a fibromialgia não tem cura. Entretanto, não é uma doença progressiva, não causa danos aos órgãos, articulações e músculos e não é fatal.
Seu tratamento busca aliviar a dor com medicamentos, atividades físicas e fisioterapia. “Deve envolver fortalecimento muscular, fisioterapia, hidroterapia, acupuntura e outros métodos, como yoga e meditação, por exemplo. A implementação destas práticas deve ser feita caso e caso, a depender do momento da doença e das preferencias pessoais. 
Psicoterapia cognitiva comportamental pode auxiliar o enfrentamento da doença e minimizar a dor. Como é uma doença associada à ansiedade, depressão e insônia, estas condições também devem ser devidamente tratadas”, ressalta Adas.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O tratamento da dor na fibromialgia

Fibromialgia: Criação de um plano de tratamento



Fibromialgia é uma condição complicada. Ela não tem causas específicas e nenhuma cura conhecida. No entanto, para aqueles que a têm - como muitos, como um em cada 50 americanos - a dor, fadiga e desgaste psicológico crônico da fibromialgia são por demais evidente.
Os sintomas da fibromialgia são tratáveis, no entanto muitos especialistas acreditam que o melhor tratamento é uma abordagem multifacetada que combina medicação com mudanças de estilo de vida e tratamentos alternativos.  
Você pode precisar trabalhar com o seu médico, um fisioterapeuta, e possivelmente outros para adaptar um plano de tratamento para suas necessidades. Aqui está como começar.

O tratamento da fibromialgia: Comece com o diagnóstico

A fibromialgia é uma síndrome- Um conjunto de sintomas, em vez de uma doença específica. Alguns dos sintomas da fibromialgia mais conhecidos, são:
  • Dor generalizada
  • Fadiga severa
  • Os pontos sensíveis no corpo
  • Ansiedade ou depressão
Os médicos costumam diagnosticar a fibromialgia, considerando critérios como a dor, quanto tempo você teve e quão disseminada é, e por exclusão de outras causas. Isto pode ser complicado, no entanto, porque os sintomas associados com fibromialgia podem ser causados por outras condições. Portanto, é melhor consultar um médico que esteja familiarizado com fibromialgia.
Existe um exame de sangue que supostamente é altamente preciso no diagnóstico de fibromialgia. O teste - chamado FM / a - identifica marcadores produzidos por células do sangue do sistema imunológico em pessoas com fibromialgia. Pergunte ao seu médico sobre o teste, que custa cerca de US$ 750. (*Este exame ainda não tem aval científico. Aqui no blog já existe o artigo publicado sobre ele.  Utilize "Pesquisa no Blog", na coluna à sua direita, para encontrar o artigo. Não existe ainda no Brasil)

Saiba sobre a fibromialgia Medicamentos


 Uma vez que você tenha sido diagnosticado com fibromialgia, o seu médico irá conversar com você sobre as opções de tratamento. Vários tipos de medicamentos são usados ​​para ajudar a gerenciar os sintomas da fibromialgia, como dor e fadiga.
Três medicamentos são aprovados pela FDA(Seria a ANVISA no Brasil ) para tratar a fibromialgia:
  • Cymbalta (duloxetina) (No Brasil temos também: Velija e Cymbi): um tipo de antidepressivo chamado inibidor da recaptação da serotonina e norepinefrina (IRSN). Os pesquisadores não têm certeza de como Cymbalta trabalha em fibromialgia, mas eles pensam que os níveis crescentes de controle de serotonina e noradrenalina ajudam a reduzir o sentir de dor.
  • Lyrica (pregabalina): Lyrica é para uma dor no nervo e uma droga para epilepsia. Em pessoas com fibromialgia, pode ajudar a acalmar as células nervosas excessivamente sensíveis que enviam sinais de dor por todo o corpo. Ele tem sido eficaz no tratamento da dor do fibro.
  • Savella (milnaciprano): Savella também é um SNRI. Embora os pesquisadores não saibam exatamente como funciona, os estudos mostraram que ele ajuda a aliviar a dor e reduzir a fadiga em pessoas com fibromialgia. 
Os antidepressivos também são por vezes, prescritos para ajudar as pessoas a gerir os sintomas da fibromialgia:
  • Os antidepressivos tricíclicos. Ao ajudar a aumentar os níveis de serotonina e norepinefrina substâncias químicas do cérebro, estes medicamentos podem ajudar a relaxar os músculos doloridos e a melhorar analgésicos, hormônios naturais do corpo.
  • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). O seu médico pode prescrever um desses tipos de antidepressivos, por si só ou em combinação com antidepressivos tricíclicos. SSRIs impedem que a serotonina seja reabsorvida no cérebro. Isso pode ajudar a aliviar a dor e fadiga.
Estes medicamentos são também prescritos às vezes para a fibromialgia:
  • Anestésicos locais. injetada em áreas especialmente nos locais mais dolorosos, os anestésicos podem fornecer algum alívio temporário, geralmente por não mais do que três meses.
  • Anticonvulsivantes ou medicamentos anti-convulsivos como o Neurontin são eficazes para reduzir a dor e ansiedade. Não está claro como estes medicamentos funcionam para aliviar os sintomas da fibromialgia. 
  • Mio Relaxantes ocasionalmente são prescritos para ajudar a aliviar a dor associada com a tensão muscular em pessoas com fibromialgia.  

Seu Plano de Tratamento de Fibromialgia: Mantenha-se Ativo


O exercício é uma parte importante na gestão dos sintomas da fibromialgia. Ficar fisicamente ativo pode aliviar a dor, estresse e ansiedade.
A chave é começar devagar. Comece com alongamento e atividades de baixo impacto, como caminhadas, natação ou outros exercícios na água, ou andar de bicicleta. Exercícios aeróbicos de baixo impacto , tais como yoga, tai chi, ou Pilates também podem ser úteis. Se você quiser aumentar a intensidade do exercício, fale com o seu médico.
Seja qual for o exercício que você escolher, o foco em três áreas: a amplitude de movimento, aeróbica e treinamento de força.

Fisioterapia para a fibromialgia


A fisioterapia pode ajudar você a obter o controle de sua doença, concentrando-se no que você pode fazer para melhorar seu estado, em vez continuar com seus sintomas crônicos.
Um fisioterapeuta pode mostrar-lhe como obter alívio temporário da dor da fibromialgia e rigidez, ficar mais forte e melhorar a sua amplitude de movimentos. E ela pode ajudá-lo a fazer pequenas mudanças, como praticar uma boa postura, que ajudam a evitar dolorosas crises.

Tratamentos alternativos para a fibromialgia

Uma série de tratamentos de fibromialgia populares caem fora do âmbito da medicina convencional. Em geral, não tem havido uma extensa pesquisa sobre medicina complementar e alternativa (MCA), mas as evidências sugerem que alguns podem funcionar. Sempre fale com o seu médico antes de iniciar qualquer tratamento alternativo.
Tratamentos alternativos mais populares incluem:
  • Acupuntura. Esta antiga prática de cura tem como objetivo aumentar o fluxo sanguíneo e produção de analgésicos naturais com finas agulhas inseridas na pele em pontos estratégicos do corpo. Alguns estudos relatam que a acupuntura pode ajudar a aliviar a dor, ansiedade e fadiga.

  • Massagem terapêutica. Isso pode ajudar a reduzir a tensão muscular, aliviar a dor em ambos os músculos e tecidos moles,melhoram a amplitude de movimento, e aumentam a produção de analgésicos naturais.

  • Tratamento quiroprático. Com base em ajustes da coluna vertebral para reduzir a dor, esta terapia popular pode ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia.
  • Suplementos. Uma série de suplementos dietéticos e outros são apregoados como tratamentos destinados a aliviar os sintomas da fibromialgia. Alguns dos mais populares para a fibromialgia incluem magnésio, a melatonina, 5-HTP, e mesmo, o que pode afetar os níveis de serotonina. No entanto, os resultados de estudos sobre esses suplementos são misturados. Certifique-se de conversar com seu médico antes de tomar qualquer suplementoAlguns podem ter efeitos colaterais e pode reagir mal com a medicação que está tomando.
  • Ervas. Tal como acontece com os suplementos, a evidência científica para a eficácia das ervas é confusa.Alguns estudos têm demonstrado que a erva de São João pode ser tão eficaz quanto a certos medicamentos de prescrição para o tratamento de depressão leve. *Certifique-se de conversar com seu médico antes de tomar qualquer suplementoAlguns podem ter efeitos colaterais e pode reagir mal com a medicação que está tomando.
Fonte:  http://www.webmd.com/fibromyalgia/fibromyalgia-pain-10/fibromyalgia-creating-treatment-plan?page=2

Fotos para ilustração retiradas na internet.
NOSSO INTUITO OU NOSSAS MATÉRIAS NÃO SUBSTITUEM, SOB QUALQUER PRETEXTO, A CONSULTA MÉDICA. ANTES DE MODIFICAR, ALTERAR, MISTURAR COM OUTRO MEDICAMENTO/CHÁS/ERVAS/SUCOS CONSULTE ANTES SEU MÉDICO.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dor que não cessa

Alterações na transmissão neural dos sinais dolorosos estão na base da fibromialgia, mas traços de personalidade, traumas e stress crônico ajudam a deflagrar a síndrome que afeta principalmente as mulheres


“Afinal de contas, o que eu tenho, doutor?” Durante muitos anos essa foi uma pergunta sem resposta para a advogada Sandra Kaufmann, 55 anos, que nos últimos 20 anos visitou dezenas de consultórios médicos em busca de um diagnóstico para suas dores crônicas e generalizadas. Na verdade, recebeu vários, até mesmo o de hipocondria, úlcera do estômago e acidente vascular cerebral. E não raras foram as vezes em que os médicos, depois de pedirem baterias de exames, concluíram que sua dor era “psicológica”. 

Os sintomas de Sandra começaram depois do nascimento do terceiro filho: dores difusas e intermitentes em diferentes partes do corpo que, com o tempo, foram se tornando tão intensas que a impediram de trabalhar regularmente. Hoje ela tem um diagnóstico: fibromialgia – o que não significa que suas perguntas foram respondidas.



Por ser uma doença difícil de ser detectada e pouco conhecida, seus dados epidemiológicos fornecem uma idéia ainda imprecisa do quadro. Estudos feitos nos Estados Unidos e na Europa indicam que a doença afeta quase 6% dos pacientes dos consultórios de clínica geral, até 8% dos que se encontram hospitalizados e cerca de 20% das pessoas atendidas por reumatologistas. O problema predomina em mulheres (de 80% a 90% dos casos) com idade entre 30 e 60 anos, embora possa se manifestar também em crianças, adolescentes e idosos. Curiosamente, é mais comum nos estratos sociais e educacionais mais altos.

HIPERSENSÍVEIS

Como não se conhecem as causas da fibromialgia, os especialistas preferem chamá-la de síndrome. Além da dor generalizada, os principais sintomas são fadiga crônica, perturbações do sono, enxaqueca e aumento da sensibilidade tátil, visual, auditiva e olfativa. Alterações de humor, dificuldade de concentração e cólicas menstruais intensas também são comuns. Apesar de tudo isso, não existe um só exame laboratorial ou de imagem capaz de ajudar o médico no diagnóstico, que depende totalmente do seu faro clínico – razão pela qual não são raros os que não dão a devida importância às queixas das pacientes.  Sandra é um exemplo disso. Ela viveu na pele as conseqüências da desinformação médica. “A pior coisa é você estar com o corpo doendo e o médico dizer que é efeito do stress, que eu só precisava de férias”, diz.
Negligenciada por décadas, a fibromialgia começou a ser estudada sistematicamente no fim dos anos 80 e não tardou muito para que os cientistas percebessem alterações nos mecanismos da dor. Estudos mostram que não há nada errado com o corpo dessas mulheres; o problema está no sistema nervoso central. Umas das primeiras evidências vieram da Universidade de Heidelberg, quando o neurobiólogo Siegfried Mense conseguiu induzir em ratos um conjunto de sintomas muito semelhantes do quadro fibromiálgico. Para isso ele inibiu, por meio de resfriamento, a transmissão dos sinais de dor conduzidos pela medula espinhal. Esperava-se que a sensibilidade fosse completamente inibida, mas não foi isso que aconteceu; os roedores ainda sentiam alguma coisa e continuavam se esquivando dos estímulos dolorosos. 
Hoje a idéia mais aceita é a de que a fibromialgia está relacionada a uma maior sensibilidade ou, mais precisamente, a uma redução do limiar a partir do qual um estímulo é capaz de acionar os receptores de dor, que enviam esse sinal ao cérebro, o qual, por sua vez, interpreta a informação como um “Ai!”. 
Estudos conduzidos pelo médico Zoltan Gerevich, da Universidade de Leipzig, mostram que o fenômeno tem como base alterações bioquímicas nos nervos periféricos que chegam à medula espinhal. Neles, determinadas moléculas receptoras regulam, em condições normais, a liberação do neurotransmissor glutamato, cujo efeito é a inibição da transmissão do sinal doloroso. Na ausência desses receptores, porém, sente-se uma dor difusa que parece ter origem nos músculos, ossos e tendões.

No entanto, a curiosidade dos cientistas não se deteve na medula e avançou para dentro do crânio com a ajuda da ressonância magnética funcional (fMRI). As imagens revelaram que o córtex sensorial primário – que recebe os sinais de tato e dor – é mais sensível aos estímulos periféricos nos pacientes com fibromialgia. Mais recentemente, uma revisão feita pela equipe do médico Richard Harris, da Universidade de Michigan, confirmou que, nesses pacientes, tanto as estruturas que transmitem quanto as que codificam a dor estão hiperativas. A genética estaria entre os principais fatores predisponentes, e aspectos emocionais estão, sem dúvida, envolvidos no desencadeamento do distúrbio, segundo os autores.

AUTOCRÍTICA

Depois de muita fisioterapia e diversos medicamentos, que sempre trouxeram alívio por tempo limitado, Sandra começou a fazer psicoterapia em grupo no laboratório de fibromialgia coordenado pelo médico Ulrich Egle, da Universidade de Mainz. Ao lado de oito pacientes ela participou dos debates e dos exercícios que tinham um objetivo específico: lidar melhor com as próprias emoções. Antes de começar a oferecer a psicoterapia, a hipótese de Egle era que as pessoas com essa síndrome poderiam ter passado por experiências traumáticas na infância, como violência física ou negligência. À medida que os grupos se sucederam, sua ideia foi confirmada e ele percebeu que quase todos os pacientes justificavam seu problema como algo “herdado” da família. Isso poderia explicar, segundo o pesquisador, por que a fibromialgia afeta mais as mulheres, uma vez que elas estariam mais expostas que os homens a traumas infantis. Além disso, o ciclo hormonal também poderia contribuir para a oscilação emocional e a susceptibilidade ao stress.

Há ainda outras características comuns nas mulheres com fibromialgia. “Baixa auto-estima, perfeccionismo, autocrítica severa e busca obsessiva do detalhe compõem o perfil psicológico dessas pacientes”, conta Egle. É muito freqüente ouvir delas que as dores começaram após eventos radicais ou repentinos, como desemprego, morte na família e separação.

Outro aspecto que intriga os especialistas é a relação entre fibromialgia e distúrbios do sono. Ninguém sabe o que é causa e o que é consequência. “A maioria dos pacientes diz que dorme mal por causa das dores”, diz o reumatologista Michal Späth, da Universidade de Munique. “Em contrapartida, o tratamento dos distúrbios do sono geralmente traz alívio considerável para os outros sintomas.” 

A fibromialgia geralmente está associada a alterações no estágio 4 do sono de ondas lentas, também conhecido como não-REM, o que se reflete num sono superficial e não restaurador, conforme relatam os pacientes. Experimentos com voluntários nos quais foi induzida privação desse estágio acarretaram fadiga crônica e dores generalizadas. Späth alerta, porém, para o fato de que até 50% das suspeitas de fibromialgia não se confirmam. Isso porque pessoas submetidas a stress crônico parecem desenvolver sintomas semelhantes aos da síndrome, os quais se manifestam ou se intensificam justamente na hora de dormir. 

Psicoterapia

Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios raramente fazem efeito. As drogas de escolha costumam ser os antidepressivos, mas sua eficácia só é percebida em parte das pessoas em tratamento. Späth não abre mão da psicoterapia para seus pacientes e dá mais atenção ao lado emocional do que propriamente aos sintomas físicos. Entretanto, o reumatologista vê limitações na eficácia de métodos alternativos, como banhos com água quente e fria, acupuntura e massagem. “Embora tragam algum alívio, os resultados não se mantêm a longo prazo”, afirma. Sandra, por exemplo, é tratada com acupuntura há dois anos, mas reconhece que os efeitos já não são tão bons quanto no início. 

O fato é que, apesar dos avanços nas pesquisas sobre essa síndrome nos últimos 20 anos, ninguém tem uma ideia clara sobre suas origens. Para alguns cientistas, o distúrbio do sono é mais causa do que consequência. Outros acreditam que a fibromialgia seja deflagrada por uma infecção viral ou bacteriana, ou por alguma lesão na região superior da medula espinhal. Algumas pesquisas investigam possíveis anormalidades no sistema nervoso autônomo e no metabolismo muscular desses pacientes. 


Já os resultados da terapia em Mainz parecem promissores. De 80 participantes, dois terços reconhecem os benefícios do tratamento e metade ficou quase um ano praticamente livre das dores. Sandra está no grupo dos aliviados: “Antes, quando eu me irritava com as crianças, sentia aquela dor forte, como um puxão”, recorda. “Hoje vivo muito mais relaxada.” Desde então ela voltou a trabalhar meio período, o que melhorou muito sua qualidade de vida e seu relacionamento com a família. Além disso, agora ela consegue enfrentar os problemas do dia-a-dia com mais serenidade, sem se deixar irritar pelas pequenas adversidades. O marido e os filhos são testemunhas da lenta transformação: antes Sandra não suportava ver qualquer coisa suja na pia da cozinha e cobrava deles mais disciplina. Hoje esse tipo de situação já quase não lhe dói mais. 


sábado, 20 de setembro de 2014

Medicamentos para Fibromialgia

(*este artigo é americano, alguns medicamentos não são autorizados no Brasil, ainda).

Existem muitos medicamentos usados ​​para tratar os sintomas da fibromialgia, incluindo analgésicos, pílulas para dormir e antidepressivos. Alguns medicamentos para o tratamento da fibromialgia ajudam a aliviar a dor. Outros melhoraram o humor e melhorara também o sono. Conversar com o seu médico irá ajudá-lo a encontrar a medicação para o tratamento. Dessa forma, você pode gerenciar seus sintomas de forma eficaz.

Qual é o tratamento inicial para a fibromialgia?

Os primeiros médicos de medicamentos, muitas vezes, tentam ajudar  as pessoas com fibromialgia com antidepressivo, o que ajuda a aliviar problemas de dor, fadiga e distúrbios do sono. Além disso, os antidepressivos ajudam a depressão, que é comumente vista em pessoas com fibromialgia. Antidepressivos mais antigos, chamados tricíclicos, têm sido usados ​​por muitos anos para tratar a fibromialgia. 

Como os antidepressivos tricíclicos tratam os sintomas da fibromialgia?

Os antidepressivos tricíclicos, incluindo Elavil (amitriptilina) e Pamelor (nortriptilina), o trabalho, elevando os níveis de substâncias químicas (neurotransmissores) no cérebro. 
Os antidepressivos tricíclicos aumentar os níveis de serotonina e noradrenalina no cérebro. Pessoas com dor crônica, muitas vezes têm diminuído os níveis desses neurotransmissores calmantes. Os tricíclicos podem relaxar músculos doloridos e aumentar os efeitos das endorfinas - analgésicos naturais do corpo. Embora estes medicamentos sejam muitas vezes mais eficazes, os efeitos colaterais às vezes pode torná-los difíceis de tomar, pois podem causar sonolência, tonturas, boca seca, olhos secos, e prisão de ventre.

Não há outros antidepressivos para aliviar a dor e fadiga da fibromialgia?

Existem vários tipos diferentes de antidepressivos que foram mostrados para ajudar a aliviar a dor, fadiga e distúrbios do sono em pessoas com fibromialgia.
Os antidepressivos mais bem estudadas para a fibromialgia incluem Cymbalta (duloxetina), Savella (milnacipran) e Effexor (venlafaxina).Cymbalta e Savella são especificamente aprovado pelo FDA (a ANS- ANVISA americana) para tratar a fibromialgia. Há menos investigação médica para mostrar que Effexor ajuda fibromialgia. Outros antidepressivos, que também têm sido estudados para a fibromialgia e podem ajudar incluem Prozac (fluoxetina), Paxil (paroxetina), e Celexa (citalopram).
Diferentes antidepressivos funcionam de forma diferente no corpo.Além disso, o que funciona para uma pessoa com fibromialgia pode não funcionar para outra pessoa. É por isso que as pessoas com fibromialgia podem ter que tentar mais de um antidepressivo para encontrar aquele que melhor alivia a dor, fadiga e dificuldades de sono associados com a condição. O seu médico pode ainda querer que você tente uma combinação de mais de um antidepressivo de cada vez.
Que medicamentos fibromialgia ajudam a aliviar a dor?
Diferentes tipos de analgésicos são por vezes recomendados para diminuir a dor muscular e trigger point dor profunda que vem com fibromialgia. O problema é que esses analgésicos não funcionam da mesma forma para todos com fibromialgia.
Os analgésicos sem receita médica, como o paracetamol elevam o limiar de dor para que você perceber menos dor.

Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), quando tomado sozinho, normalmente não funcionam muito bem para a fibromialgia. No entanto, quando combinado com outros medicamentos fibromialgia, AINEs freqüentemente ajudam. AINEs estão disponíveis ao balcão e incluem drogas como a aspirina, ibuprofeno e naproxeno.

Quais são os efeitos colaterais de analgésicos para a fibromialgia?

Tenha cuidado Tomar aspirina ou outros AINEs, se você tem problemas de estômago. Estes medicamentos podem levar a azia, náuseas ou vômitos, úlceras estomacais e sangramento do estômago. O risco de hemorragia grave é ainda maior em pessoas com mais de 60 anos de idade Não tome medicamentos sem receita médica,ou anti-inflamatórios - AINEs - por mais de 10 dias sem consultar o seu médico. Levá-los por um período prolongado aumentam as chancse de efeitos colaterais graves. A aspirina e outros anti-inflamatórios não esteróides podem causar ou agravar úlceras estomacais. Se você já teve úlceras ou qualquer tipo de problemas estomacais ou hemorragia intestinal, fale com o seu médico antes de tomar NSAIDs. 
O paracetamol é relativamente livre dos efeitos colaterais. Mas evite este medicamento se você tem doença no fígado. Tomar mais do que a dose recomendada também pode levar a danos no fígado.
 Relaxantes musculares são úteis para a dor da fibromialgia?
O relaxante muscular ciclobenzaprina provou ser útil para o tratamento da fibromialgia. É muitas vezes prescrito para ajudar a tensão muscular facilidade e melhorar o sono. Relaxantes musculares trabalham no cérebro para relaxar os músculos.
Com relaxantes musculares, pode ocorrer boca seca, tontura, sonolência, visão turva, desequilíbrio, instabilidade e mudança na cor de sua urina. Estes medicamentos podem aumentar a probabilidade de convulsões. Os adultos mais velhos às vezes experimentam confusão e alucinações quando tomá-los.
 Quando são utilizados para a fibromialgia anticonvulsivos?
Lyrica, originalmente utilizado para o tratamento de convulsões, é uma nova droga para o tratamento da fibromialgia. Com fibromialgia, Lyrica afeta substâncias químicas no cérebro que enviam sinais de dor em todo o sistema nervoso. Pode reduzir a dor, fadiga e melhorar o sono.
Neurontin (gabapentina) é outra medicação que anticonvulsivante tem sido mostrado para melhorar os sintomas da fibromialgia.

Existem outros medicamentos para a dor de fibromialgia disponível?

Analgésicos, tais como Ultram (tramadol), também podem ser utilizados para tratar a fibromialgia. Estes narcóticos é uma medicação que atua no cérebro para afetar a sensação de dor. Não é tão viciante quanto drogas.
Além disso, os médicos podem prescrever benzodiazepínicos, como Ativan (lorazepam), Klonopin (clonazepam), Valium (diazepam) e Xanax (alprazolam) para ajudar a relaxar os músculos dolorosos, melhorar o sono e aliviar os sintomas da síndrome das pernas inquietas (sensações desagradáveis ​​no pernas que forçá-lo a mover-los constantemente). Os benzodiazepínicos são formadoras de hábito e deve ser usado com cautela. Tomar mais do que aumentos recomendados o risco de efeitos secundários graves.
Medicamentos narcóticos poderosos, como Percocet e OxyContin (oxicodona) e Vicodin e Lortab (hidrocodona), só devem ser considerados, se todas as outras drogas e terapias alternativas foram esgotadas e não houve alívio. No entanto, eles são viciantes e devem ser receitados sob supervisão médica e monitorados.