Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar ao paciente. Mas deve se estender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas com diversos aspectos, como: tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

Quer saber o que é FIBROMIALIGIA? na coluna ao lado esquerdo das postagem clique no link "Mas o que é fibromialgia"


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domingo, 20 de setembro de 2020

Núcleo de Apoio Psicológico do Maranhão

 Núcleo de Apoio Psicológico do Maranhão

Aos psicólogos Manoel Gomez @manuel.gcj e Amanda Sena @amandasena_psi nossa mais sincera Gratidão por acompanhar os pacientes do Grupo de Apoio Maranhão!!!

A psicologia é peça fundamental no processo de acompanhamento do fibromiálgico, uma gangorra de emoções e constantes desafios diários.

O encontro aconteceu neste último sábado dia 19/09/2020 e contou com a participação de vários pacientes na @ibesperancaevida Igreja Batista Esperança e Vida, em São Luis - Ma.

Um show de voluntariado profissional em busca de abraçar vidas, contruindo momentos significativos e unindo forças no mundo terapêutico.
Fortalecer vidas fibromiálgicas é um grande compromisso!
O nosso muito obrigada!!!










SIMONE ELI BOMBARDI
Vice Presidente
ABRAFIBRO

#abrafibro #gafibromialgiamaranhao #fibromialgiamaranhao #psicologia #tratamentoterapeutico #fibromialgia #fibromyalgia #ligadadorma #dornaoefrescura #depressao #psicologicoabalado #dorcronica #viverbem #qualidadedevida #setembroamarelo #prevencaoaosuicidio #amaravida

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

10/09 DIA MUNDIAL DE PREVENÇÃO AO SUICÍDIO


Todas as vidas importam!

Essa luta é de todos nós!

Em caso de crise, procure ajuda. Fale com seu terapeuta, ligue para o CVV, converse em grupos de apoio.... A sanidade mental é essencial para afastarmos essa possibilidade tão drástica.

Todas vidas importam! A minha vida importa! A sua vida importa!

Juntos na busca pela sanidade mental e controle da depressão.

#abrafibro #depressão  #prevencaoaosuicidio #valorizacaodavida #eumeamo #autocuidado

Compartilhem essa idéia
https://www.abrafibro.com/2020/09/mes-de-prevencao-ao-suicidio_8.html

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Fibromialgia: a síndrome que "caminha" junto com a depressão

A médica Mariana Picolli ressalta que “sintomas depressivos são altamente prevalentes sendo encontrados em 90% dos pacientes ao longo da vida. 
A médica Mariana Picolli ressalta que “sintomas depressivos são altamente prevalentes sendo encontrados em 90% dos pacientes ao longo da vida.


10/02/2020 10h34 - Por: Cristina Nunes

Sentir dor por todo o corpo por mais de três meses, dormir e acordar mais cansado do que quando deitou, fazer vários exames e não encontrar nenhuma alteração no corpo que aponte o motivo da dor que não passa. Parece ser uma situação bem complicada, concorda? Esses são alguns dos motivos que fazem com que essa doença reumática tenha correlação com a depressão.
Uma grande porcentagem de pacientes com fibromialgia também sofrem com a dor da alma. Um estudo brasileiro apontou que 2,5% da população sofre com a síndrome, sendo a maioria do sexo feminino, das quais 40,8% pertencem a faixa etária dos 35 aos 44 anos de idade. Já em alguns países da Europa os índices de Fibromialgia chegam até 10,5% na população adulta.
A psicóloga Janaina Souto, mestre em psicologia da saúde (Unesp) e especialista em análise comportamental (USP) explica que a fibromialgia e a depressão caminham juntas. "Não há nenhum estudo que comprove que pacientes com fibromialgia vão necessariamente desenvolver quadro de depressão, porém sintomas característicos da síndrome, como o distúrbio no sono, ansiedade, dificuldade de memória, tensão, nervosismo, por exemplo, podem ir levando a pessoa a frustração, ou até mesmo a vitimização, onde a pessoa acredita que por causa da doença é uma incapaz. É nessa situação que pode ocorrer a depressão", explica.
A médica Mariana Picolli ressalta que "sintomas depressivos são altamente prevalentes sendo encontrados em 90% dos pacientes ao longo da vida. Apesar da associação, a fibromialgia não é considerada uma causa de depressão".
"A fibromialgia é uma condição clínica crônica na qual existe dor musculoesquelética difusa associado à sono não reparador (a pessoa acorda cansada), fadiga(cansaço) e distúrbios cognitivos. Outros sintomas como distúrbios de memória, ansiedade, depressão e alterações intestinais podem estar presentes", explicou a médica.
A psicóloga destaca dois fatores, que de acordo com estudos ajudam no desencadeamento da Fibromialgia: um trauma psicológico ou um intenso stress. " Esses dois acontecimentos também podem anteceder uma depressão", ressaltou Janaina. A especialista afirma que o tratamento da fibromialgia deve ser multidisciplinar. "Reumatologista, educador físico, psicólogo, fisioterapeuta são auxílios profissionais muito relevantes para o paciente", acrescentou.
"É fundamental o acompanhamento psicológico, pois são doenças que caminham juntas e a depressão, quando não tratada, leva ao suicídio". A psicóloga explica que o tratamento psicológico é feito individualmente ou em grupo. "Trabalhamos técnicas como relaxamento, enfrentamento da doença e resiliência (percepção x expectativa)".
Janaina é paciente diagnosticada com fibromialgia e revelou que um dos motivos que fez ela escolher o curso de psicologia foi a necessidade que tinha de entender as dores. "Eu sentia dores no corpo desde criança, queria entender a dor", argumentou. Atualmente a psicóloga teve que reorganizar a sua rotina de trabalho por causa do tratamento. "O paciente tem que ser ativo, desde a primeira consulta até o controle da doença", destacou.
A psicóloga aponta ainda que outras doenças reumáticas podem afetar o emocional dos pacientes. "A artrite reumatóide em estado avançado pode provocar deformidades; o lúpus obrigada o paciente a não tomar sol, são fatores que acabam afetando a autoestima, principalmente das mulheres que são as mais acometidas por essas patologias", explicou Janaina.

texto original
https://www.douradosagora.com.br/noticias/ciencia-saude/fibromialgia-a-sindrome-que-caminha-junto-com-a-depressao 

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

COMO FUNCIONA O TRATAMENTO PARA DEPRESSÃO GRATUITO PELO SUS

Existem alternativas de tratamentos para depressão gratuitos como os CAPS e eles podem estar perto de você.

O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para a depressão em todos os casos: leve, moderado ou grave. Saiba onde procurar ajuda.

Falta de dinheiro não é um bom motivo para deixar de procurar tratamento para a depressão. Sentir-se profundamente triste, desmotivado, nervoso, sem apetite, com dores no corpo ou sem vontade de viver são sinais de que chegou a hora de buscar ajuda.1No Brasil, você pode fazer isso gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Sim, você leu certo: gratuitamente.
Ou seja: nada de sofrer em silêncio. Veja como buscar apoio:

Como tratar a depressão pelo SUS

Depressão leve? Procure uma Unidade de Saúde Básica

Sabe aquele postinho de saúde perto de casa que você usa para quando se sente adoentado? Ele também oferece atendimento para a depressão. As Unidades de Saúde Básica (UBS), como elas são chamadas, recebe pessoas deprimidas e cuida do tratamento de casos leves. A consulta funciona como em qualquer outro problema de saúde: o clínico geral irá conversar com você, analisar seu histórico e avaliar seus sintomas. Se necessário, irá encaminhá-lo para um especialista, como um psiquiatra, psicoterapeuta ou outro profissional indicado.
Se você estiver com depressão leve, o próprio médico da UBS poderá te tratar. O tratamento para depressão oferecido nesses locais faz parte da Atenção Básica, departamento do Ministério da Saúde responsável por cuidar da população no bairro ou região onde vive.2 A vantagem é que você pode se tratar sem ir muito longe de casa.

Depressão moderada ou grave? Procure o CAPS

Os centros de Atenção Psicossocial (CAPS) fazem parte da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), responsável pela formulação de diretrizes e estratégias em saúde mental. Estas unidades atendem todos os casos de depressão, mas são especialmente formulados para os níveis moderados ou graves. Assim, se você tem pensamentos suicidas, por exemplo, procure apoio no CAPS. Boa ideia é conversar com alguém de sua confiança sobre seus sentimentos e pedir que o acompanhe até a unidade de atendimento mais próxima.
Nesses centros, profissionais de diversas áreas trabalham em conjunto. Ou seja, você não irá conversar apenas com um psiquiatra, mas também com psicólogos, assistentes sociais e até nutricionistas. O objetivo é oferecer um atendimento multidisciplinar e humanizado, prestando atenção às particularidades do paciente e evitando qualquer tipo de julgamento.2
Ao chegar no CAPS, você será direcionado para o acolhimento. Nesse primeiro momento, um dos profissionais do local fará uma entrevista para dar um diagnóstico inicial. Se ele concluir que seu caso é leve, provavelmente será encaminhado para uma Unidade de Saúde Básica. Apenas casos muito graves são direcionados para hospitais especializados.2
Quando o paciente é tratado no Centro, estabelece-se um Plano Terapêutico Singular (PTS), realizado por diferentes profissionais. Consultas com psicólogos, prática de atividades físicas, participação em oficinas, exames clínicos e uso de remédios podem fazer parte do processo de tratamento. A CAPS se encarrega também de encontrar recursos perto da residência do paciente para que possa se tratar.2

Faça o seu cartão do SUS

Para utilizar qualquer recurso do Sistema Único de Saúde, inclusive o atendimento de saúde mental, deve-se apresentar o seu cartão do SUS3. Ele é gratuito e simples de conseguir: basta ir até uma unidade de saúde com o seu RG ou outro documento de identificação com foto. Após preencher um cadastro, sua carteirinha estará impressa e você já poderá ser atendido.
Viu? Há diversos caminhos para tratar a depressão. Se estiver sem coragem, peça para que alguém próximo te acompanhe até a consulta. Afinal, quando não estamos bem de saúde, seja física ou mental, todo carinho e apoio é bem-vindo.

Referências
1. Ministério da Saúde [homepage na internet]. Depressão: causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção [acesso em 03 Jan 2019]. Disponível em: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental/depressao
2. Humanista - Universidade Federal do Rio Grande do Sul [homepage na internet]. Centros de Atenção Psicossocial oferecem atendimento para diversos tipos de aflições mentais [acesso em 04 Jan 2019]. Disponível em: https://www.ufrgs.br/humanista/2018/01/18/centros-de-atencao-psicossocial-oferecem-atendimento-para-diversos-tipos-de-aflicoes-mentais/
3. Governo do Brasil [homepage na internet]. Cartão do SUS: Tutorial sobre o Cartão Nacional de Saúde [acesso em 04 Jan 2019]. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2012/03/saiba-como-solicitar-o-seu-cartao-sus

SABRAGE.MDY.19.03.0109

texto original
https://www.medley.com.br/podecontar/preciso-ajuda/como-tratar-depressao-no-sus

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Pacientes com fibromialgia, OA, RA com risco aumentado de automutilação


Pacientes com fibromialgia, osteoartrite ou artrite reumatóide têm um risco aumentado de automutilação, em comparação com aqueles sem essas doenças, de acordo com os resultados publicados em Arthritis Care & Research.

“Nosso interesse está em examinar e comparar o risco de automutilação em condições reumatológicas específicas (espondilite anquilosante, fibromialgia, osteoartrite e artrite reumatóide)”, James A. Prior, BSc, MSc, PhD, da Keele University, em Staffordshire, United Kingdom e seus colegas escreveram. “Estas são algumas das condições reumatológicas mais prevalentes com relações conhecidas com dor crônica e depressão.”

 
Pacientes com fibromialgia, OA ou AR demonstram um risco aumentado de automutilação, em comparação com aqueles sem essas condições, de acordo com os dados.

“A saúde mental precária, especialmente uma história de transtorno depressivo, é um forte fator de risco para a automutilação e a depressão comórbida é freqüentemente vivenciada por pacientes com essas condições reumatológicas comuns, em vários graus”, acrescentaram. “Embora a dor esteja no caminho causal para a depressão, a própria dor é um fator de risco independente para automutilação e é comumente experimentada por pessoas com doenças reumatológicas.”

Para analisar o risco de automutilação entre pacientes com várias doenças reumáticas, Prior e colegas conduziram um estudo de coorte retrospectivo de informações do Clinical Practice Research Datalink, que inclui registros anônimos de atenção primária de cerca de 7% da população do Reino Unido. Concentrando-se no período entre 1990 e 2016, os pesquisadores identificaram 10.484 adultos com espondilite anquilosante, 17.546 com fibromialgia, 410.384 com OA e 23.205 com AR. Todos os casos incluídos foram então comparados a uma coorte não exposta do mesmo tamanho para cada condição. 

Prior e seus colegas definiram automutilação usando códigos de registros médicos após um diagnóstico reumático. Os pesquisadores relataram taxas de incidência por 10.000 pessoas-ano para cada condição, incluindo números gerais e anuais para 2000-2016. Além disso, eles usaram a análise de regressão de Cox para determinar o risco de automutilação associado a cada condição, em comparação com indivíduos não expostos compatíveis. Por fim, eles ajustaram e estratificaram sua análise bruta inicial com base na idade e no sexo. Além disso, os achados de OA foram ainda estratificados pela duração da doença devido à desproporcionalidade ao longo do tempo.

De acordo com os pesquisadores, a incidência de autoagressão foi maior entre os pacientes com fibromialgia (HR = 25,12; IC 95%, 22,45-28,11), e mais baixa entre aqueles com osteoartrite (HR = 6,48; IC 95%, 6,2-6,76). Prior e colegas relataram associações grosseiras entre cada doença reumática analisada e automutilação, exceto para espondilite anquilosante.

Após os ajustes, essas associações permaneceram, embora atenuadas, com fibromialgia (HR = 2,06; IC 95%, 1,6-2,65) e AR (HR = 1,59; IC 95%, 1,2-2,11), bem como OA entre 1 e 5 anos (HR = 1,12; 96% CI, 1,01-1,24) e OA entre 5 e 10 anos (HR = 1,35; IC 95%, 1,18-1,54). Idade e gênero foram modificadores de efeito fraco para essas associações, escreveram os pesquisadores.

“Pacientes com condições reumatológicas têm risco aumentado de automutilação em comparação com pacientes não expostos compatíveis, mas idade e sexo não agem como modificadores de efeito forte”, escreveram Prior e colegas. “A incidência de lesões autoprovocadas nessas condições permaneceu relativamente consistente na última década e meia e, portanto, os médicos devem estar vigilantes, explorar o humor, avaliar o risco e oferecer suporte e tratamento adequados, especialmente para pacientes com fibromialgia.”

Perspectiva
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Carrie Beach, BSN, RN-BC)

Carrie Beach, BSN, RN-BC

O estudo conduzido por Prior e colegas destaca ainda a necessidade de avaliar e avaliar o estado de saúde mental de nossos pacientes com doenças reumáticas. Há uma relação conhecida entre muitas dessas condições e a dor crônica e a depressão. Não foi surpreendente ver que os pacientes com fibromialgia apresentavam um risco maior de automutilação em comparação com aqueles com artrite reumatóide ou osteoartrite, pois os pacientes com essa condição tendem a apresentar mais depressão, fadiga e resultados de saúde globalmente piores.

Fatores psicológicos também podem atuar como gatilhos para a fibromialgia, especialmente traumas físicos e infantis, tornando mais provável que esses pacientes tenham problemas de saúde mental quando adultos. Há também uma gama mais ampla de opções de tratamento disponíveis para AR e OA em comparação com a fibromialgia, o que pode levar esses pacientes com AR e OA a uma perspectiva mais esperançosa em relação à melhora da dor e da qualidade de vida, diminuindo assim o risco de depressão e de auto -prejuízo.

Foi um tanto surpreendente para mim que não houvesse correlação entre automutilação e espondilite anquilosante, pois ela pode ser tão debilitante quanto outras condições reumáticas que foram estudadas. No entanto, não importa qual doença reumática estamos tratando; Precisamos fazer das avaliações do estado de saúde mental uma parte da avaliação de rotina que oferecemos a todos os nossos pacientes e oferecer a eles o apoio e os recursos necessários.


Carrie Beach, BSN, RN-BC) Carrie Beach, BSN, RN-BC
Historiador, Sociedade de Enfermeiros de Reumatologia
Coordenadora de educação em enfermagem
Columbus Arthritis Center

texto original
https://www.healio.com/news/rheumatology/20200707/patients-with-fibromyalgia-oa-ra-at-increased-risk-for-selfharm

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Não podemos continuar tratando a ansiedade do trauma complexo da mesma maneira que tratamos a ansiedade generalizada

Sad teen-ager with long hair, concept illustration about depression


Vicki Peterson •
Segue
30 de junho de 2018

Eu vivo com os efeitos de traumas complexos há muito tempo, mas há muitos anos eu não sabia o que era. Ao longo da minha vida, lutei com o que pensava ser ansiedade e depressão. Ou melhor, além de traumatizada, eu estava ansiosa e deprimida.

Independentemente da diferença, nenhuma condição deve ser minimizada. Se você estiver ansioso ou deprimido, é importante e urgente encontrar o suporte certo para você. Ninguém recebe um prêmio pela "pior" depressão, ansiedade, trauma ou qualquer outra combinação de coisas terríveis para lidar, e ninguém deve sofrer sozinho. Com isso em mente, existe uma diferença entre o que alguém que tem PTSD complexo sente e o que sente uma ansiedade generalizada ou depressão leve a moderada.

Para alguém que lida com traumas complexos, a ansiedade que sente não vem de uma fonte desconhecida misteriosa ou obcecada com o que poderia acontecer. Para muitos, a ansiedade que eles sentem não é racional. A ansiedade geral geralmente pode ser acalmada com técnicas de aterramento e lembretes do que é real e verdadeiro. Técnicas de atenção plena podem ajudar. Mesmo quando se sentem desconectados, as pessoas ansiosas costumam reconhecer que são amadas e apoiadas por outras pessoas.

Para aqueles que sofreram trauma, a ansiedade vem de uma resposta fisiológica automática ao que realmente aconteceu. O cérebro e o corpo já passaram por situações de "pior cenário", sabem como é e estão empenhados em nunca mais voltar para lá. A resposta de luta / fuga / congelamento entra em overdrive. É como viver com um alarme de incêndio que dispara em intervalos aleatórios 24 horas por dia. É extremamente difícil para o cérebro racional estar convencido de que "isso não vai acontecer", porque ele já sabe que aconteceu e foi horrível.

Aqueles que vivem com ansiedade generalizada geralmente vivem com medo do futuro. Aqueles com trauma complexo temem o futuro por causa do passado.

O remédio para ansiedade e trauma é trazer a consciência de volta ao presente. Para uma pessoa traumatizada que sofreu abuso, há uma variedade de fatores que tornam isso difícil. Em primeiro lugar, uma pessoa traumatizada deve estar vivendo uma situação 100% segura antes que possa começar a processar o tsunami de raiva, tristeza e desespero que foi trancado dentro dela, causando hipervigilância e outros sintomas de ansiedade. Isso geralmente significa que ninguém que abusou deles ou permitiu abusos no passado pode ter permissão para ocupar espaço em sua vida. Também significa eliminar qualquer outra pessoa que espelhe os mesmos padrões abusivos ou facilitadores.

Infelizmente para muitos, não é possível criar um ambiente 100% livre de abuso, mesmo para aqueles que estabelecem bons limites e desconfiam dos sinais. Isso significa que estar presente no momento para um sobrevivente de trauma complexo não é à prova de falhas, especialmente em um evento estressante. Eles podem ser desencadeados em um flashback emocional por qualquer coisa em seu ambiente atual.

É possível (e provável) que alguém que sofra dos efeitos de um trauma complexo também esteja se sentindo ansioso e deprimido, mas há uma diferença na causa raiz. Muitas estratégias eficazes que tratam a ansiedade e a depressão não funcionam para sobreviventes de trauma. Técnicas de meditação e atenção plena que conscientizam o ambiente às vezes podem produzir um efeito oposto no sobrevivente de um trauma. Os sobreviventes de trauma geralmente não precisam de mais conscientização. Eles precisam se sentir seguros, apesar do que sua consciência lhes diz.

Ao primeiro sinal de ansiedade ou depressão, pessoas traumatizadas vão se transformar em vergonha tóxica. Dependendo das mensagens feridas que receberam de seus agressores, eles não apenas sentirão os efeitos da ansiedade e da depressão, mas também uma profunda vergonha por serem "defeituosos" ou "não suficientemente bons". Muitos sobreviventes foram emocionalmente e / ou fisicamente abandonados, e ter um profundo conhecimento do fato de que eles não foram suficientemente amados. Eles vivem com um lembrete constante de que seus cérebros e corpos foram privados de um direito humano básico. Mesmo as situações atuais em que eles estão recebendo amor de uma pessoa segura podem desencadear a consciência e a subsequente tristeza de saber como eram pouco amados em comparação.

Ansiedade e depressão são consideradas comuns, mas suspeito que muitos daqueles que se consideram ansiosos ou deprimidos estejam realmente sofrendo as consequências de um trauma. A maioria dos terapeutas não é bem treinada para lidar com o trauma, especialmente o tipo complexo que decorre da exposição prolongada ao abuso. A menos que sejam especialmente certificados, eles podem ter passado algumas horas na pós-graduação em transtornos de personalidade do Cluster B e menos horas ainda em ajudar seus sobreviventes. Muitos sobreviventes de trauma complexo são frequentemente diagnosticados como portadores de transtorno de personalidade borderline (DBP) ou transtorno bipolar. Qualquer pessoa que tenha procurado tratamento para ansiedade ou depressão generalizada deve-se a uma análise mais profunda se o trauma desempenha algum papel.

MAIS SOBRE ANSIEDADE:
Enquanto todo mundo experimenta algum nível de ansiedade, nem todo mundo tem um transtorno de ansiedade. Para aqueles com transtornos de ansiedade, a ansiedade pode se tornar tão severa e persistente que interfere com sua vida e funcionamento diários. Os sintomas do transtorno de ansiedade incluem preocupação excessiva, ataques de pânico e outros sintomas físicos, incluindo falta de ar, náusea, dores de cabeça e tremores. 

RECURSOS
Se você ou alguém que você conhece precisa de ajuda, visite nossos recursos de prevenção de suicídio.

No Brasil:

Se você precisar de suporte agora, ligue para o CVV 188. Ou acesse o site para conversar pelo chat
https://www.cvv.org.br


texto original https://themighty.com/2018/06/anxiety-from-complex-trauma/?utm_source=newsletter_mental_health&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter_mental_health_2020-01-15&$deep_link=true

sábado, 18 de agosto de 2018

Como encontrar o caminho para o perdão

Segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Por Susan J. O'Grady, PhD

É impossível passar pela vida emocionalmente ileso. Todos nós fomos feridos em algum momento ou outro - e não apenas pelos inimigos. Mesmo aqueles próximos a nós, como um professor, treinador, pai, amigo ou parceiro, podem infligir dor que deixa sentimentos duradouros de raiva e amargura.

Mas se ficarmos presos a esses sentimentos, podemos ser os que pagam mais caro. Concentrar-se na raiva e na amargura pode nos impedir de apreciar o que é bom no presente e pode levar a sentimentos de depressão, ansiedade e insignificância na vida.

A resposta para o empate é o perdão.

O perdão é um processo que inclui várias etapas e pode levar meses, até anos - e começa com a escolha consciente de mudar. Mas fazer a escolha de perdoar pode não vir facilmente. Depois de ser gravemente ferido, é natural ter fantasias de vingança.E quando alguém que você ama o trai de forma fundamental, por exemplo, tendo um caso de longo prazo, o caminho para o perdão pode ser especialmente difícil.

Ao considerar o perdão, é importante entender que isso não significa negar, minimizar ou justificar o mal feito a você.

Perdão é escolher estar livre da dor que as ações lhe causaram. Então você não diria: "Eu perdoo meu pai por me dar um tapa quando eu era criança, porque ele estava muito chateado e, eu não estava ouvindo. Além disso, ele não quebrou minha pele", porque isso seria desculpa para as ações prejudiciais de seu pai. Em vez disso, você pode reconhecer a bofetada do pai como doloroso e humilhante, mas continue dizendo: "Eu o perdôo, porque não quero mais ser enjaulado por minha raiva, e eu mereço equilíbrio emocional". 

O ato que magoou ou ofendeu vai embora, mas o perdão pode diminuir seu controle sobre você e ajudá-lo a se concentrar em outras partes mais positivas de sua vida, trazendo-lhe a paz.

Aqui estão algumas diretrizes para a prática do perdão. 

Observe que, se houve uma perda séria, você deve se permitir um período de luto antes de começar a jornada do perdão.

✓Encoraje pensamentos de perdão dentro de si mesmo, mas não o force

✓Comece com pequenas coisas

✓Não espere resultados "certos" ou "errados"

✓Use prática de perdão ou meditação para explorar o que é possível no coração, além de nossas formas habituais de perceber (essa prática de meditação pode ser útil)


✓Lembre-se de que o perdão não desculpa, perdoa ou justifica ações prejudiciais

✓Lembre-se de que o perdão não requer conciliação ou mesmo falar com a pessoa que o prejudicou


Algumas pessoas acham que é um ato de fraqueza perdoar, mas na verdade, isso requer muita força.

Toda transformação autêntica envolve esforço e se volta para o difícil, e não para o que é doloroso. Basta passar pelos movimentos de perdão simplesmente dizendo: 

"Eu te perdôo" 

pode deixar resíduos de ressentimento e raiva. Um trabalho mais profundo é necessário.

E a recompensa? 

Deixar rancores e amarguras pode abrir caminho para a felicidade, a saúde e a paz.

O perdão pode levar a um maior bem-estar emocional e melhorar a saúde física - menos ansiedade, estresse e hostilidade; menor pressão arterial; menos sintomas de depressão; melhor saúde do coração; e maior auto-estima.

O perdão pode até levar a sentimentos de compreensão, empatia e compaixão por aquele que o feriu. Mais uma vez, não se trata de investigar ferimentos reais, mas porque quando deixamos o ressentimento em relação aos outros, podemos começar a curar nosso relacionamento com o passado e liberar mais espaço na vida para florescer.


Fonte: https://blogs.webmd.com/mental-health/2018/08/how-to-find-your-way-to-forgiveness.html


sábado, 6 de maio de 2017

Sintomas físicos da depressão

Sênior, sentando, cima, noturna

Problemas de sono

Depressão pode afetar seu corpo, bem como sua mente. O problema de cair ou permanecer adormecido é comum em pessoas que estão deprimidas. Mas alguns podem achar que eles ficam muito fechados.
Mulher com dor no peito

Dor no peito

Pode ser um sinal de problemas de coração, pulmão ou estômago, por isso consulte o seu médico para descartar essas causas. Às vezes, porém, é um sintoma de depressão.
Depressão também pode aumentar o risco de doença cardíaca. Além disso, as pessoas que tiveram ataques cardíacos são mais propensas a estar deprimidas.

Mulher, dormir, sofá

Fadiga e Exaustão

Se você se sentir tão cansado que, não tem energia para tarefas diárias - mesmo quando você dorme ou descansa muito - pode ser um sinal de que você está deprimido. Depressão e fadiga juntos tendem a fazer ambas as condições parecem piores.

Mulher, pescoço, dor

Músculos e articulações doloridos

Quando você vive com dor contínua pode aumentar o risco de depressão.
A depressão também pode levar à dor, porque as duas condições compartilham mensageiros químicos no cérebro. Pessoas que estão deprimidas são três vezes mais propensos a ter dor regular.

Mulher, pendurando, sobre, pia

Problemas digestivos

Nossos cérebros e sistemas digestivos estão fortemente conectados, e é por isso que muitos de nós temos dores de estômago ou náuseas quando estamos estressados ​​ou preocupados.
A depressão pode levar a desarranjos em seu intestino também - causando náuseas, indigestão, diarreia ou constipação.

Mulher com dor de cabeça
Dores de cabeça
Um estudo mostra que as pessoas com depressão maior são três vezes mais propensos a ter enxaquecas, e as pessoas com enxaquecas têm cinco vezes mais probabilidades de ficar deprimido.
Infeliz, mulher, restaurante

Alterações no apetite ou peso

Algumas pessoas sentem menos fome quando ficam deprimidas. Outros não conseguem parar de comer. O resultado pode ser ganho de peso ou perda, juntamente com a falta de energia.
Depressão tem sido associada a distúrbios alimentares como bulimia, anorexia ou compulsão alimentar.
Mulher, esfregando, dormente, costas

Dor nas costas


Quando dói normalmente a coluna lombar, que á a base da coluna, pode contribuir para a depressão. E as pessoas que estão deprimidas podem ser quatro vezes mais propensas a ficar intensa, incapacitante pescoço ou dor nas costas.

Homem, ficar, braços, cabeça

Agitado e Inquieto

Problemas de sono ou outros sintomas de depressão podem fazer você se sentir assim. Os homens são mais propensos do que as mulheres a ficarem irritadas quando estão deprimidas.
Par, dormindo, costas, costas

Problemas sexuais

Se você está deprimido, você pode perder seu interesse em sexo. Alguns medicamentos prescritos, que tratam a depressão, também podem tirar sua libido e afetar o desempenho. Converse com seu médico sobre suas opções de remédios.

Família, hula, hooping, junto

Exercício

Pesquisas sugerem que se você fizer isso regularmente, há a liberação de substâncias químicas em seu cérebro, que fazem você se sentir bem, melhorar o seu humor e reduzir a sua sensibilidade à dor.
Embora a atividade física por si só não cura a depressão, ela pode ajudar a aliviar a longo prazo.
Se você está deprimido, às vezes pode ser difícil obter a energia para o exercício. Mas tente lembrar que pode aliviar a fadiga e ajudá-lo a dormir melhor.


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Mitos e Fatos sobre a depressão



Mito: O trabalho duro combate Depressão

A depressão afeta cerca de uma em cada seis pessoas em algum momento de suas vidas, de modo que, remédios populares e meias-verdades sobre esta doença são abundantemente comuns . Uma das ideias: atirar-se ao trabalho quee você vai se sentir melhor. Para um caso leve, isso pode realmente ajudar, mas a depressão é um "animal diferente". Excesso de trabalho pode realmente ser um sinal de depressão clínica, especialmente nos homens.

Homem que trabalha na plataforma petrolífera

Mito: Não é uma doença real

A depressão é uma doença grave - e a principal causa de incapacidade em adultos americanos. Mas ainda é confundida com tristeza comum. Evidência biológica da doença pode ser vista nos exames cerebrais, que mostram os níveis de atividade anormais. Elementos químicos chaves no cérebro que transportam sinais entre os nervos (na imagem) também parecem estar fora de equilíbrio em pessoas deprimidas.

Em neurotransmissor cerebral

Fato: Em homens pode passar despercebido

Um homem deprimido, seus entes queridos, e até mesmo o seu médico pode não reconhecer a depressão. Isso porque os homens são menos propensos que mulheres a falar sobre seus sentimentos - e alguns homens deprimidos não aparentam  estarem tristes ou para baixo. Em vez disso, os homens podem ficar irritável ou agitado. Podem até serem mais agressivos. Alguns homens tentam lidar com a depressão através comportamento totalmente errado, como beber ou usar drogas.
Motocross Corrida

Mito: a depressão é apenas auto-piedade

Nossa cultura admira a força de vontade e força mental e, é rápida para rotular qualquer um que cai como um fraco. Mas as pessoas que sofrem de depressão clínica não são preguiçosos ou simplesmente sentem pena de si mesmas. Elas também não podem "fazer" a depressão ir embora. A depressão é uma doença médica - um problema de saúde relacionada com alterações no cérebro. Como outras doenças que normalmente melhoram com o tratamento adequado.

Mulher deprimida Waitng Para Train

Fato: Qualquer um pode ficar deprimido

Poeta ou desconcertado, tímido ou extrovertido, qualquer pessoa de qualquer origem étnica pode desenvolver depressão. A doença é duas vezes mais comum em mulheres que em homens, mas normalmente as mulheres são mais propensos a procurar ajuda. É muitas vezes notado pela primeira vez na adolescência ou em torno dos 20 anos, mas um episódio pode ocorrer em qualquer idade. Experiências pessoais difíceis podem desencadear a depressão, ou pode desenvolver de repente.
Isolado deprimido Adolescente


Fato: pode desenvolver-se lentamente

Depressão pode gradualmente aumentar, o que a torna mais difícil de identificar do que uma doença súbita. Um dia ruim se transforma em motivo e, você começar a se ausentar do trabalho, escola ou ocasiões sociais. Um tipo chamada distimia, pode durar por anos como uma doença crônica, de baixo nível esta doença - um mal-estar que silenciosamente prejudica sua carreira e relacionamentos. Ou a depressão pode se tornar uma condição grave, incapacitante. Com o tratamento, muitos sentem alívio substancial em 4-6 semanas.
Pia cheia de pratos sujos


Mito: A ajuda significa drogas para a vida

Apesar do burburinho sobre uma "Nação Prozac", a medicação é apenas uma das ferramentas utilizadas para sair a depressão. E ao pedir ajuda não significa que você vai ser pressionado a tomar medicamentos prescritos. De fato, estudos sugerem que a terapia "de falar"  funciona tão bem como medicamentos para depressão leve a moderada. Mesmo se você usar antidepressivos, ele provavelmente não vai ser para toda a vida. O seu médico irá ajudá-lo a determinar o momento certo para parar a sua medicação.
Homem buscando ajuda

Mito: As pessoas deprimidas choram muito

Nem sempre. Algumas pessoas não choram ou até mesmo ficam terrivelmente triste quando estão deprimidas. Em vez disso, eles são emocionalmente "apáticos" e pode se sentir inúteis ou sem valor. Mesmo sem sintomas dramáticos, a depressão não tratada impede as pessoas de viver a vida em sua plenitude - e cobra um pedágio das famílias.
Feminino Saudar Soldado


Fato: A História de Família não é um destino

Se a depressão aparece em sua árvore genealógica, você terá mais chances de obtê-lo também. Mas as chances são que você não vai. Pessoas com história familiar pode assistir para os primeiros sintomas de depressão e tomar medidas positivas rapidamente - mesmo que isso signifique reduzir o estresse, fazer mais exercícios, aconselhamento, ou outro tratamento profissional.
Avó e neto de-leão de sopro

Mito: A depressão faz parte do envelhecimento

A maioria das pessoas enfrentam os desafios do envelhecimento sem tornar-se deprimidas. Mas quando ocorre, pode acontecer de ser negligenciado. As pessoas mais velhas podem esconder a sua tristeza ou ter sintomas diferentes ou vagos: apenas comida não tem gosto bom naquele dia, dores ou piora do quadro de dores ou padrões de sono alterados. Problemas médicos podem desencadear a depressão em idosos - e depressão podem retardar a recuperação de um ataque cardíaco ou cirurgia, por exemplo.
Mulher mais idosa feliz de ouvir música

Realidade: A depressão Imita Demência

Em idosos, a depressão pode ser a causa de problemas de memória, confusão, e em alguns casos, delírios. Os cuidadores e médicos podem confundir esses problemas de sinais com demência, ou um declínio relativo à idade na memória. Recebendo tratamento levanta há melhora para a maioria das pessoas idosas com depressão. A psicoterapia é particularmente útil para pessoas que não podem ou não querem tomar a medicação.
Mulher de sorriso com Demência

Mito: Falar torna as coisas piores

Pessoas já foram aconselhados a não "me focar sobre" problemas falando sobre eles. Hoje, há evidências de que as discussões guiadas por um profissional, podem tornar as coisas muito melhores. Diferentes tipos de psicoterapia ajudam tratar a depressão, abordando padrões negativos de pensamentos, sentimentos inconscientes, ou problemas de relacionamento. O primeiro passo é conversar com um profissional de saúde mental.
Couple In Bed Back To Back

Fato: O pensamento positivo pode ajudar

O velho conselho de "acentuar o positivo" avançou em uma prática que pode aliviar a depressão. É chamado de terapia cognitivo-comportamental (TCC). As pessoas aprendem novas maneiras de pensar e de se comportar. Negativo é "falar sozinho" e comportamento é identificado e substituído por pensamentos mais otimista e um estado de espírito mais positivo. Usado sozinho ou com a medicação, CBT funciona para muitas pessoas.
Escrever em um jornal

Mito: Adolescentes são infelizes por Natureza

Embora muitos adolescentes são mal-humorados, argumentativos, e intrigados com "o lado escuro", a tristeza ou irritabilidade prolongados que não é normal para os adolescentes. Quando a infelicidade dura mais de duas semanas, pode ser um sinal de depressão - que se desenvolve em cerca de um em 11 adolescentes. Outros sinais de um adolescente pode precisar de ajuda incluem: ser constantemente triste ou irritado até mesmo com amigos, sem nenhum prazer em atividades favoritas, ou uma queda brusca em notas escolares.
Equipe de cheerleaders

Fato: O exercício é um bom Remédio

Bons estudos mostram agora que exercício regular de intensidade moderada pode melhorar os sintomas de depressão e trabalho, bem como, alguns medicamentos para as pessoas com depressão leve a moderada. Exercício com um grupo ou um bom amigo adiciona suporte social, outro reforço para o humor.
Dois povos que funcionam no oceano

Mito: A depressão é difícil de tratar

A realidade é que a maioria das pessoas tomam medidas para ajuda na sua depressão, mas não melhoram. Em um grande estudo realizado pelo Instituto Nacional de Saúde Mental, 70% das pessoas tornou-se livre de sintomas através de medicamentos - embora nem sempre com o primeiro medicamento. Estudos mostram que o melhor tratamento é a combinação de medicação e terapia da conversa.
Pai e filho jogando basquete

Fato: Não é sempre Depressão

Alguns eventos de vida causar tristeza ou decepção, mas não se torna depressão clínica. O luto é normal depois de uma morte, divórcio, perda de um emprego, ou diagnóstico com um grave problema de saúde. Uma pista de uma necessidade de tratamento: a tristeza é constante a cada dia, a maior parte do dia. Quando as pessoas estão resistindo tempos difíceis forma adequada, podem geralmente ser distraído ou se animou por curtos períodos de tempo.
Cortejo fúnebre no cemitério

Fato: esperança em dias melhores é real

Nas profundezas da depressão, as pessoas podem pensar que não há esperança de uma vida melhor. Esta desesperança é parte da doença, não uma realidade. Com o tratamento, o pensamento positivo gradualmente substitui pensamentos negativos. Sono e apetite melhoram, como o humor também. E as pessoas que já viram um conselheiro para a terapia da conversa estão equipados com melhores habilidades de enfrentamento, para lidar com as tensões na vida que você pode pensar que são difíceis.
Casal sentado sob uma árvore


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Dor Crônica e Depressão: controle da dor quando você está deprimido

Viver com dor crônica é um fardo. Mas pilha sobre a depressão - um dos problemas mais comuns enfrentados por pessoas com dor crônica - e esse fardo fica ainda mais pesado.
Depressão pode aumentar a dor e torná-lo mais difícil de lidar. A boa notícia é que a dor crônica e depressão não são inseparáveis. Os tratamentos eficazes podem aliviar a depressão e pode ajudar a tornar a dor crônica mais tolerável.

Dor Crônica e Depressão: A dupla terrível

Se você tem dor crônica e depressão, você tem muita companhia. Isso porque a dor crônica e depressão são problemas comuns, que muitas vezes se sobrepõem. A depressão é um dos problemas psicológicos mais comuns que as pessoas que sofrem de dor crônica enfrentam, e que muitas vezes se complica a condição e o tratamento do paciente. Considere estas estatísticas:
  • De acordo com a American Pain Foundation, cerca de 32 milhões de pessoas no relatório dor US duração superior a um ano. 
  • Mais da metade dos pacientes que se queixam de dor para aos seus médicos estão deprimidos.
  • Em média, 65% das pessoas que estão deprimidas também se queixam de dor. 
  • Pessoas cuja dor limita a sua independência são especialmente propensas a ficar deprimida.
Como a depressão em pacientes com dor crônica freqüentemente não é diagnosticada, muitas vezes não é tratada. Os sintomas de dor e queixas no centro das atenções das consultas à maioria dos médicos. O resultado é a depressão, juntamente com distúrbios do sono, perda de apetite, falta de energia e diminuição da atividade física - tudo o que pode tornar a dor pior.
"A dor crônica e a depressão andam de mãos dadas", diz Steven Feinberg, MD, professor clínico associado adjunto da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford. "Você praticamente tem que assumir que uma pessoa com dor crônica é deprimido, e começar por aí."

Dor Crônica e a Depressão: Um Ciclo Vicioso

A dor provoca uma resposta emocional em todos. Ansiedade, irritabilidade e agitação - todos estes são sentimentos normais quando estamos sofrendo. Normalmente, quando a dor diminui, o mesmo acontece com a resposta estressante.
Mas e se a dor não vai embora? Com o tempo, a resposta ao estresse constantemente ativado pode causar vários problemas associados com a depressão. Esses problemas podem incluir:
  • ansiedade crônica
  • pensamento confuso
  • fadiga
  • irritabilidade
  • distúrbios do sono
  • ganho ou perda de peso
Um pouco da sobreposição entre a depressão e dor crônica podem ser explicadas pela biologia. Depressão e a dor crônica compartilham alguns dos mesmos neurotransmissores - os mensageiros químicos que viajam entre os nervos. Eles também compartilham algumas das mesmas vias nervosas.
O impacto da dor crônica sobre a vida total de uma pessoa também contribui para a depressão.
"A verdadeira dor vem das perdas" causadas por dor crônica, de acordo com Feinberg. "Perder um emprego, perder o respeito como uma pessoa funcional, perda de relações sexuais, tudo isso faz as pessoas deprimidas."
Uma vez que a depressão se instale, ela amplia a dor que já está lá. "A depressão acrescenta um golpe duplo para a dor crônica, reduzindo a capacidade de lidar", diz Beverly E. Thorn, professor de psicologia na Universidade de Alabama, e autor do livro, Terapia Cognitiva para a dor crônica .
A pesquisa comparou pessoas com dor crônica e depressão com aqueles que só sofrem de dor crônica. Aqueles com dor crônica e depressão: 
  • relatam a dor mais intensa
  • sentem menos controle de suas vidas
  • utilizam estratégias de enfrentamento mais saudáveis
Porque a dor crônica e depressão são tão interligadas, depressão e dor crônica são muitas vezes tratados em conjunto. De fato, alguns tratamentos podem melhorar a dor crônica e a depressão.

Tratar a Dor Crônica e a Depressão: Uma abordagem para uma vida mais saudável

A dor crônica e a depressão podem afetar toda a vida de uma pessoa. Por conseguinte, uma abordagem de tratamento ideal, aborda todas as áreas na vida da pessoa afetada pela dor crônica e depressão.
Por causa da ligação entre dor crônica e depressão, faz sentido que os seus tratamentos se sobreponham.
Antidepressivos

O fato de que a dor crônica e depressão envolvem os mesmos nervos e neurotransmissores significa que os antidepressivos podem ser usados para melhorar a dor crônica e a depressão.
As pessoas odeiam ouvir: "está tudo na sua cabeça". Mas a realidade é, a experiência da dor é na sua cabeça ", diz Feinberg. "Antidepressivos funcionam no cérebro para reduzir a percepção da dor."
Os antidepressivos tricíclicos têm abundantes evidências de eficácia. No entanto, por causa dos efeitos colaterais, a sua utilização é frequentemente limitada. Alguns antidepressivos mais recentes são prescritos por médicos para o tratamento de algumas síndromes dolorosas crônicas, e parecem funcionar bem, com menos efeitos colaterais. 
Atividade Física

Muitas pessoas com dor crônica evitar o exercício. "Eles não conseguem diferenciar a dor crônica da "dor boa" do exercício", diz Feinberg. Mas, a menos que você fizer, mais fora de forma você se torna. Isso significa que você tem um maior risco de lesão e piora da dor.
A chave é quebrar este ciclo. "Agora sabemos que a atividade física leve, regular é uma parte crucial da gestão da dor crônica", diz Thorn. Todas as pessoas com dor crônica podem e devem fazer algum tipo de exercício. Consulte um médico para elaborar um plano de exercícios que seja seguro e eficaz para você.
O exercício também tem comprovado sua eficácia para ajudar a tratar a depressão. "A atividade física libera o mesmo tipo de hormônios no cérebro que liberam medicamentos antidepressivos - [é] um antidepressivo natural", diz Thorn.
Saúde Mental e Espiritual

A dor crônica afeta a capacidade de viver, trabalhar e divertir-se do jeito que você está acostumado. Isso pode mudar a forma como você vê a si mesmo - às vezes para pior.
"Quando alguém começa a assumir a identidade de um" doente crônico inativado pela dor, "há uma preocupação real de que eles se afundem na dor e se tornem uma vítima", diz Thorn.
Combater este processo é um aspecto crítico no tratamento. "As pessoas com dor crônica acabam focados nela, o que leva ao sentimento passivo, diz Feinberg. "A melhor coisa é que as pessoas se ocupem, e assumam o controle."
Trabalhar com um prestador de cuidados à saúde que se recusa a vê-lo como uma vítima indefesa é parte da fórmula para o sucesso. O objetivo é substituir a identidade de vítima para uma "pessoa com qualidade de vida, apesar da dor", de acordo com Thorn.

Tratar Dor Crônica e a Depressão: Terapia Cognitiva Comportamental para a dor crônica


Existe tal coisa como "mente sobre a matéria"? Você pode "pensar" num caminho para parar de sentir dor?
Pode ser difícil de acreditar, mas a pesquisa mostra claramente que para as pessoas comuns, alguns tipos de treinamento mental verdadeiramente melhora a dor crônica.
Uma abordagem é a Terapia Cognitiva Comportamental - TCC. Na terapia cognitiva uma pessoa aprende a perceber os "pensamentos automáticos" negativos que cercam a experiência da dor crônica. Esses pensamentos são muitas vezes distorções da realidade. A terapia cognitiva pode ensinar uma pessoa como alterar estes padrões de pensamento e melhorar a experiência de dor.
"A ideia é que seus pensamentos e emoções tenham um impacto profundo na forma como você lida" com a dor crônica, diz Thorn. "Há uma boa evidência de que a terapia cognitiva pode reduzir a experiência global da dor."
A terapia cognitiva é também um tratamento comprovado para a depressão. De acordo com Thorn, a terapia cognitiva "reduz os sintomas de depressão e ansiedade", em pacientes com dor crônica.
Em um estudo conduzido de Thorn, no final de um programa de 10 semanas de terapia cognitiva ", 95% dos pacientes sentiram que suas vidas foram melhoradas, e 50% disseram que tinham menos dor." Ele também diz: "Muitos participantes também reduziram sua necessidade de medicamentos."

Tratar Dor Crônica e a Depressão: Como Começar

A melhor maneira de abordar a gestão da dor crônica é a equipe com um médico para criar um plano de tratamento. Quando a dor crônica e a depressão são combinados, a necessidade de trabalhar com um médico é ainda maior. 
Aqui está como começar:
  • Consulte o seu médico de cuidados primários e diga-lhe que você está interessado em ganhar controle sobre sua dor crônica. A medida que você desenvolver um plano, tenha em mente que o plano de manejo da dor ideal será multidisciplinar. Isso significa que ele irá abordar todas as áreas de sua vida afetadas pela dor. Se o seu médico não é treinado no manejo da dor peça-lhe para encaminhá-lo a um especialista em dor crônica. 
  • Capacite-se recorrendo aos recursos disponíveis. 
  • Considere terapias integrativas; trabalhar com o seu médico para escolher quais são os melhores para você.
  • Encontre um terapeuta cognitivo perto de você com experiência no tratamento da dor crônica. Você pode localizar um entrando em contato com as organizações nacionais de dor ou grupos profissionais dos terapeutas cognitivos.

Fontes do artigo:
FONTES:
American Foundation dor: "Dor Fatos e Números".
Bair, M. Archives of Internal Medicine, 2003.
Williamson, G. Journal of Gerontology , 1992.
Caudill, M. controlar a dor antes que Gerencia Você , The Guilford Press, 2002.
Schatzberg, A. Journal of Clinical Psychiatry, 2004.
Wessely, S. Human Psychopharmacology: Clinical and Experimental, 2004.
Haythornthwaite, J. Dor, 1991.
Mann, J. New England Journal of Medicine, 2005.
Morley, S. Dor, 1999.
Thorn, B. Terapia Cognitiva para a dor crônica , The Guilford Press, 2004.
Steven Feinberg, MD, professor adjunto clínico associado da Escola de Medicina da Universidade de Stanford e consultor médico para a dor Bay Area and Wellness Center - Los Gatos, na Califórnia.
Beverly E. Thorn, PhD, professor de psicologia da Universidade de Alabama - Tuscaloosa, Alabama .; autor, Terapia Cognitiva para a dor crônica.
Avaliado por David Kiefer, MD em 30 mai 2014

Ilustrações colhidas na internet pela Abrafibro - Associação Brasileira dos Fibromiálgicos