Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar ao paciente. Mas deve se estender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas com diversos aspectos, como: tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Dor crônica: saiba o que é e como fazer o tratamento correto

 Para ser atendido, é necessário possuir cadastro no NAMI, realizar agendamento e apresentar encaminhamento médico com avaliação prévia.  — Foto: Delfina Rocha 

Para ser atendido, é necessário possuir cadastro no NAMI, realizar agendamento e apresentar encaminhamento médico com avaliação prévia. — Foto: Delfina Rocha

 

Universidade de Fortaleza disponibiliza atendimento gratuito a pacientes com dores crônicas. Acompanhamento é realizado no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI)

Por Unifor

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, na sigla em inglês), o conceito de dor é definido como “uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano real ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tais lesões”. Quando essa experiência é sentida de forma contínua e/ou rotineira, define-se como uma dor crônica.

Luciana Mota é docente do curso de Fisioterapia da Universidade de Fortaleza, instituição da Fundação Edson Queiroz, e ressalta a dor crônica como um fenômeno complexo que envolve não apenas questões bioquímicas, mas também aspectos físicos, comportamentais e neurológicos. Ela explica que “diversos aspectos da dor crônica têm sido objetos de estudo e pesquisas que guiam a escolha de propostas terapêuticas mais assertivas para a redução dos sintomas e recuperação da funcionalidade desses pacientes”.

Dentre os tipos de dor mais comuns estão as dores orofaciais, a cefaleia, as dores musculoesqueléticas e as dores com associação psicossomática (ou seja, associadas a problemas emocionais). Para explicar melhor algumas dessas classificações, o curso de Fisioterapia da Unifor traz esclarecimentos sobre o assunto. Confira as opções de tratamento abaixo.

Dores orofaciais

A dor orofacial é associada a tecidos moles (pele, vasos sanguíneos, glândulas ou músculos) e mineralizados (ossos ou dentes) da cavidade oral e das regiões da face, cabeça e pescoço. Alguns dos tipos mais comuns são as disfunções temporomandibulares ‒ que envolvem os músculos mastigatórios, a articulação temporomandibular (ATM) e estruturas associadas ‒, além das cervicalgias (dor no pescoço e ombro), cefaleias primárias (a dor de cabeça em si, sem influência externa), dentre outras. 

 

Dentre as terapias utilizadas para tratar desses quadros, a professora e fisioterapeuta Maíra Viana destaca:

  • Terapias manuais
  • Biofeedback muscular
  • Laserterapia com protocolos diferenciados
  • Exercícios proprioceptivos
  • Terapia de liberação miofascial
  • Agulhamento a seco
  • Reeducação postural global (RPG)
  • Orientações aos pacientes para o controle e prevenção das crises

Cefaleias

Cefaleia é o termo médico que designa a dor de cabeça. A professora e fisioterapeuta Ticiana Mesquita aponta que nas dores associadas às cefaleias são observadas hipersensibilidade ao toque nos músculos próximos ao crânio, alodinia (alteração na forma como a dor é sentida) e restrição da mobilidade cervical.

Para pacientes que sofrem diariamente de dores de cabeça, controlar as crises apenas com remédios não é suficiente, sendo mais eficaz a abordagem integrada multidisciplinar somada ao tratamento indicado pelo neurologista. As principais modalidades utilizadas no tratamento das cefaleias são:

  • Terapias manuais
  • Eletroestimulação
  • Fortalecimento muscular
  • Agulhamento à seco
  • Laser
  • Biofeedback
  • Osteopatia
  • Acupuntura
  • Exercícios posturais

Dores musculoesqueléticas

Coordenador do curso de Fisioterapia, Paulo Henrique Palácio ressalta que há vários “alvos” principais de queixas no sistema musculoesquelético, como dores na coluna, nos joelhos e nos ombros. Esses sintomas podem ser consequências da interação de vários fatores como aqueles relacionados ao tipo de trabalho, estilo de vida, idade e demais fatores.

Segundo o professor, as evidências científicas apontam a eficácia de estratégias ativas, como a prática gradativa de exercícios, implementadas de forma precoce para o tratamento desses tipos de dores crônicas. “Além de proporcionar redução do medo de se movimentar e aumentar a mobilidade e função do sistema musculoesquelético, [o exercício] traz benefícios não apenas ao corpo físico, mas também à saúde mental”, explica Paulo.

Pesquisa e atendimento à comunidade

Por se tratarem de patologias muitas vezes incapacitantes, o curso de Fisioterapia da Unifor investe em conhecimento sobre dores crônicas com a organização do grupo de estudo e pesquisa Fisioterapia e Odontologia nas Dores Orofaciais (FISIODOF) e do grupo de estudos Cefaleia e Dor Orofacial (CEDOF). Os alunos participam sob orientação de professores especialistas, além de atuarem de modo multidisciplinar em parceria com outros cursos da área da saúde, como é o caso do CEDOF com a graduação em Odontologia.

Firmando compromisso com a educação acadêmica, formação profissional e serviço à sociedade, a Unifor disponibiliza atendimento gratuito à comunidade por meio do curso de Fisioterapia. Alunos e professores realizam programas de intervenção interdisciplinar no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI) para a recuperação funcional de pacientes com dores crônicas.

Os estudantes do módulo de Estágio Supervisionado em Fisioterapia I ‒ destinado à práticas na atenção primária em saúde ‒ também têm oferecido à comunidade, além do serviço de tradicional de Fisioterapia, a auriculoterapia a partir deste semestre. Os atendimentos são realizados mediante agendamento prévio no NAMI.

Dores classificadas como crônicas estão entre as principais queixas apresentadas por pacientes. — Foto: Ares Soares

Dores classificadas como crônicas estão entre as principais queixas apresentadas por pacientes. — Foto: Ares Soares

 fonte:

https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-aprendendo/noticia/2020/11/11/dor-cronica-saiba-o-que-e-e-como-fazer-o-tratamento-correto.ghtml

domingo, 7 de outubro de 2018

FIBROMIALGIA

Talvez para alguns, falar sobre FIBROMIALGIA, seja um tema repetitivo.
Não é!
Vale lembrar:
✓ Todos os dias novos pacientes são diagnosticados, e merecem orientações recentes;
✓ Há alguns pacientes com problemas para falar sobre a Fibromialgia aos familiares, amigos, colegas de trabalho;
✓ Precisamos atualizar informações;
✓ Mostrar que nossa luta, para que a FIBROMIALGIA não seja esquecida pela mídia, está obtendo sucesso.
Então, abaixo vamos trazer um texto, do laboratório Pfizer, que descreve esta Síndrome.
Garantimos boa leitura.
Aproveitamos para sugerir que, você cadastre seu endereço de e-mail, na coluna à sua esquerda, para receber nossas próximas publicações. É fácil!
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A fibromialgia é uma doença crônica que tem como principal sintoma dor constante por todo o corpo. A complicação ainda não tem causa conhecida e atinge, principalmente, mulheres entre 30 a 55 anos. Mas homens, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem ter a doença. Ao todo, 3% dos brasileiros sofrem com o problema.
Estudos mostram que o cérebro de quem tem fibromialgia interpreta os estímulos de forma mais intensa, o que aumenta a sensação de dor. Mas a condição também pode causar:
  • Fadiga;
  • Sono não reparador;
  • Alterações na memória e na concentração;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Formigamentos;
  • Dores de cabeça;
  • Tontura;
  • Alterações intestinais.


Como lidar com as dores da fibromialgia?
Apesar de não existir cura para a fibromialgia, existem formas de controlar o avanço da doença. Além dos medicamentos, a prática regular de exercícios físicos, por exemplo, ajuda (e muito) não apenas na melhora das dores, mas também na manutenção do bom humor e da qualidade de vida dos pacientes. Porém, antes de começar, é importante passar por uma avaliação médica.
Medicamentos - além de medicamentos para a dor, pode ser necessário tomar antidepressivos. Mas a terapia medicamentosa deve ser feito apenas com indicação e acompanhamento médico, nunca por conta própria.
Exercícios aeróbicos - ajudam a melhorar as dores, os distúrbios de sono, a fadiga, a depressão e ansiedade. Duas boas opções são caminhadas e aulas de hidroginástica.
Exercícios de fortalecimento dos músculos e alongamento -  dependendo do caso, podem substituir os medicamentos na administração dos sinais e sintomas da fibromialgia.
Terapias também ajudam os portadores de fibromialgia
A terapia cognitiva-comportamental é uma aliada importante no controle da fibromialgia. Isso porque as dores causadas pela complicação podem afetar diversos aspectos da vida do portador - trabalho, vida social, relações familiares, autoestima - e a terapia pode ajudá-lo a entender e mudar as atitudes negativas ao lidar com a dor. Há também a terapia ocupacional, que ajuda ajustar a área de trabalho, para minimizar dores e desconfortos.
Fibromialgia e depressão
Cerca de 50% das pessoas com fibromialgia tem depressão, o que agrava ainda mais o quadro de alteração no sono e cansaço - comum em quem tem. O que, por sua vez, também piora a depressão. Portanto, é importante que o médico investigue se o paciente com fibromialgia está com depressão para tratar deste problema o mais cedo possível.
Como é feito o diagnóstico da fibromialgia?
Muitos anos de estudo resultaram em uma evolução importante na forma como é feito o diagnóstico da fibromialgia. Não há exames laboratoriais específicos, mas ela pode ser detectada por meio de um exame clínico simples. Depois de conversar com o paciente sobre as manifestações dos sinais e sintomas da fibromialgia, o especialista fará alguns testes físicos para medir a sensibilidade dos músculos.
Além disso, ele também pode pedir os seguintes exames para descartar outros problemas de saúde, o que ajuda a confirmar o diagnóstico:
Hemograma completo - avalia os níveis dos componentes do sangue;

Taxa de sedimentação de eritrócitos - ajuda a detectar e monitorar inflamações;

Fator reumatoide - ajuda a identificar e diferenciar complicações que têm sinais e sintomas parecidos com os da fibromialgia, como a artrite reumatoide;

Testes de função tireoidiana - avalia a função tireoidiana ou sintomas de hipertireoidismo ou hipotireoidismo.
Referências





quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fibromialgia: quando a dor não tem razão de ser


Uma doença comum e não muito conhecida. A fibromialgia acomete cerca de 4% da população mundial adulta e é até 8 vezes mais comum em mulheres, principalmente entre os 30 e 50 anos de vida.

Os pacientes sofrem cronicamente com dores difusas pelo corpo, principalmente nos músculos, tendões e articulações. A limitação física e o impacto psíquico da fibromialgia podem atingir níveis incapacitantes. Além das dores, podem surgir: depressão, ansiedade, insônia, distúrbios intestinais, entre outros sintomas.

A causa da doença é ainda desconhecida, mas envolve fatores genéticos e ambientais. Os exames são, geralmente, todos normais. Quem sofre com a doença sente todo o impacto da disfunção, além de todo o preconceito da sociedade e mesmo dos profissionais da saúde perante suas queixas, por muitas vezes inespecíficas.

Segundo o neurologista Leandro Teles, médico formado pela Universidade de São Paulo: “A dor geralmente sinaliza a presença de um agente agressor em determinada região do corpo. Na fibromialgia ocorre uma pane do sistema que sinaliza a dor ao cérebro e surgem dores difusas, por vezes intensas, em locais onde não está havendo agressão aparente”.

A ausência de um exame alterado, a superposição com sintomas de transtornos de humor e o desconhecimento por parte da população e equipe de saúde faz com que muitos pacientes não recebam o diagnóstico, a devida atenção e nem qualquer tipo de intervenção terapêutica.

Identificando o problema: Dores frequentes e difusas pelo corpo, não associadas à atividade física ou outras doenças, presentes em período superior a 3 meses (mostrando que são crônicas) aliadas ou não a sintomas de depressão, ansiedade, distúrbios do sono e intestino irritável são indícios da doença. O paciente deve procurar um clínico de confiança, um reumatologista ou um neurologista clínico a fim de fechar o diagnóstico e delinear um plano terapêutico.

O médico, mediante a história clínica e o exame físico determinará se existe outra doença causando os sintomas e pesquisará a presença de pontos gatilhos para a dor. Existem 18 pontos (9 de cada lado) que são pressionados pelo médico a fim de determinar se ocorre exacerbação da dor e características definidores da fibromialgia. 

Tratamento: Com o diagnóstico firmado (por critérios clínicos) é preciso estabelecer uma linha de tratamento à curto, médio e longo prazos. A doença não tem cura e o tratamento almeja melhoria da qualidade de vida e reversão dos sintomas associados. Existem 4 frentes que devem ser abordadas conjuntamente:

1- Mudança do estilo de vida (medidas não farmacológicas) = controle do peso, atividade física regular sob supervisão, alimentação balanceada, medidas anti-stress, etc...

2- Tratamentos dos sintomas associados = é fundamental intervir nos sintomas associados à dor, como na depressão / ansiedade, os sintomas intestinais e tratar incisivamente os transtornos do sono.

3- Medicamentos = existem 2 grandes grupos de medicamentos. Aqueles que tratam a dor na hora, mas que não devem ser usados à longo prazo (analgésicos comuns, anti-inflamatórios, opioides  x  aqueles que previnem a dor, usados diariamente, mais adequados para o tratamento crônico da doença.

4- Outras medidas = acupuntura, tratamentos térmicos, fisioterapia analgésica, hidroterapia, etc...

O resultado do tratamento é geralmente bastante satisfatório, mas exige muito empenho por parte do paciente e, como em toda doença crônica, traz resultados a médio e longo prazo.

Autor- Neurologista Leandro Teles – formado e especializado pela USP

Fonte: http://www.odebate.com.br/saude-beleza/fibromialgia-quando-a-dor-nao-tem-razao-de-ser-22-11-2012.html 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Tratar a dor de fibromialgia


Fibromialgia é uma condição complicada. Ela não tem causas específicas e não há cura conhecida. No entanto, para aqueles que o têm - como muitos como um em cada 50 americanos - a dor crônica, fadiga e tensão psicológica da fibromialgia são muito claras.
Sintomas da fibromialgia são tratáveis, no entanto. Muitos especialistas acreditam que o melhor tratamento é uma abordagem multifacetada que combina medicação com mudanças de estilo de vida e tratamentos alternativos.  
Você pode precisar trabalhar com o seu médico, um fisioterapeuta e, possivelmente, outros para adequar um plano de tratamento para suas necessidades. Veja como começar.

Fibromialgia Tratamento: Iniciar com diagnóstico

A fibromialgia é uma síndrome- A recolha de um dos sintomas, em vez de uma doença específica. Alguns dos sintomas mais conhecidos da fibromialgia são:
  • Dor generalizada
  • Fadiga severa
  • Os pontos sensíveis do corpo
  • Ansiedade ou depressão
Não existem testes de laboratório para a fibromialgia. Médicos diagnosticam-la considerando critérios como quanto tempo você teve dor generalizada e como ele é, e por exclusão de outras causas. Isto pode ser complicado, no entanto, porque os sintomas associados com fibromialgia podem ser causados ​​por outras condições. Então, o melhor é consultar um médico que esteja familiarizado com a fibromialgia.

Saiba mais sobre fibromialgia Medicamentos

Uma vez que você tenha sido diagnosticado com fibromialgia, o médico irá falar com você sobre as opções de tratamento. Vários tipos de medicamentos são utilizados para ajudar a controlar os sintomas da fibromialgia, como dor e fadiga.
Três medicamentos são aprovados pela FDA para tratar a fibromialgia:
  • Cymbalta (duloxetina): um tipo de antidepressivo chamado de serotonina e noradrenalina recaptação da serotonina (IRSN). Os pesquisadores não têm certeza de como Cymbalta trabalha na fibromialgia, mas eles acham que aumentar os níveis de serotonina e noradrenalina ajuda controlar um d reduzir fe Elings de dor.
  • Lyrica (pregabalina): Lyrica é uma dor do nervo e remédio para epilepsia. Em pessoas com fibromialgia, pode ajudar a acalmar as células nervosas muito sensíveis que enviam sinais de dor por todo o corpo. Ele tem sido eficaz no tratamento da dor fibro.
  • Savella (milnaciprano): Savella é também um SNRI. Embora os pesquisadores não sei exatamente como funciona, os estudos mostraram que ele ajuda a aliviar a dor e reduzir a fadiga em pessoas com fibromialgia. 
Antidepressivos também são prescritos às vezes para ajudar as pessoas a controlar os sintomas da fibromialgia:
  • Antidepressivos tricíclicos. Ao ajudar a aumentar os níveis de serotonina e noradrenalina produtos químicos do cérebro, esses medicamentos podem ajudar a relaxar os músculos doloridos e melhorar os analgésicos naturais do corpo.
  • Inibidores selectivos da recaptação da serotonina (SSRIs). Seu médico pode prescrever um destes tipos de antidepressivos, por si só ou em combinação com antidepressivos tricíclicos. SSRIs prevenir serotonina de ser reabsorvido no cérebro. Isso pode ajudar a aliviar a dor e fadiga.
Estes medicamentos são também prescrito para fibromialgia:
  • Anestésicos locais. injetado em áreas especialmente sensíveis, anestésicos podem proporcionar algum alívio temporário, geralmente por não mais do que três meses.
  • Anticonvulsivantes ou medicamentos anti-convulsivos , como Neurontin são eficazes para reduzir a dor e ansiedade. Não está claro como esses medicamentos funcionam para aliviar os sintomas de fibromialgia. 
  • Relaxa musculares nts são ocasionalmente prescritos para ajudar a aliviar a dor associada à tensão muscular em pacientes com fibromialgia.  

Seu plano de tratamento da Fibromialgia: Fique ativo

O exercício é uma parte importante da gestão de sintomas da fibromialgia. Ficar fisicamente ativo pode aliviar a dor, estresse e ansiedade.
A chave é começar devagar. Comece com alongamento e atividades de baixo impacto, como caminhadas, natação ou exercícios aquáticos, ou de bicicleta. Baixo impacto exercícios aeróbicos, como ioga, tai chi, ou Pilates também pode ser útil. Se você quiser aumentar a intensidade do seu exercício, fale com o seu médico.
Qualquer exercício que você escolher, se concentrar em três áreas: amplitude de movimento, aeróbica e treinamento de força.

Fisioterapia para a fibromialgia

A fisioterapia pode ajudar você a ter controle de sua doença, concentrando-se no que você pode fazer para melhorar a sua situação, e não em seus sintomas crônicos.
Um fisioterapeuta pode mostrar-lhe como obter um alívio temporário de fibromialgia dor e rigidez, ficar mais forte e melhorar a sua amplitude de movimento. E ela pode ajudar você a fazer pequenas mudanças, como a prática de uma boa postura, que ajudam a evitar dolorosas crises.

Tratamentos alternativos para a fibromialgia

Uma série de tratamentos populares fibromialgia caem fora do âmbito da medicina tradicional. Em geral, não houve uma extensa pesquisa sobre medicina complementar e alternativa (CAM), mas as evidências sugerem que alguns podem trabalhar. Sempre fale com o seu médico antes de iniciar qualquer tratamento alternativo.
Tratamentos alternativos mais populares incluem:
  • Acupuntura. Esta prática de cura antigo visa aumentar o fluxo de sangue e produção de analgésicos naturais com agulhas finas inseridas na pele em pontos estratégicos do corpo. Alguns estudos relatam que a acupuntura pode ajudar a aliviar a dor, ansiedade e fadiga.
  • Massagem terapêutica. Isso pode ajudar a reduzir a tensão muscular, aliviar a dor em ambos os músculos e tecidos moles,melhorar a amplitude de movimento, e aumentar a produção de analgésicos naturais. 
  • Tratamento quiroprático. Baseado em ajustes da coluna vertebral para reduzir a dor, esta terapia popular pode ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia.
  • Suplementos. Uma série de suplementos dietéticos e outros são tidos como os tratamentos destinados a aliviar os sintomas da fibromialgia. Alguns dos mais populares para a fibromialgia incluem magnésio, a melatonina, 5-HTP, e mesmo, o que pode afetar os níveis de serotonina. No entanto, os resultados dos estudos sobre estes suplementos são misturados. Certifique-se de conversar com seu médico antes de tomar qualquer suplemento.Alguns podem ter efeitos colaterais e pode reagir mal com a medicação que está tomando.
  • Ervas. Tal como acontece com os suplementos, a evidência científica para a eficácia das ervas é mista. Alguns estudos têm demonstrado que a erva de São João pode ser tão eficaz como a medicação receita certa para o tratamento de depressão leve.

sábado, 21 de julho de 2012

FIBROMIALGIA SEGUNDO O COLÉGIO AMERICANO DE REUMATOLOGIA.

Como sabemos, as diretrizes seguidas pela Sociedade Brasileira de Reumatologia - SBR - é segundo o Colégio Americano de Reumatologia - American College of Rheumatology.
Abaixo você terá o texto em inglês sobre FIBROMIALGIA - segundo esse Colégio e logo abaixo a versão em português.
Boa Leitura!

Fibromyalgia



Fibromyalgia is a common health problem that causes widespread pain and tenderness (sensitive to touch). The pain and tenderness tend to come and go, and move about the body. Most often, people with this chronic (long-term) illness are fatigued (very tired) and have sleep problems. It can be hard to diagnose fibromyalgia.

FAST FACTS

· Fibromyalgia affects two to four percent of people, mostly women.

· Doctors diagnose fibromyalgia based on all the patient's relevant symptoms (what you feel), no longer just on the number of tender points.

· There is no test to detect this disease, but you may need lab tests or X-rays to rule out other health problems.

· Though there is no cure, medications can relieve symptoms.

· Patients also may feel better with proper self-care, such as exercise and getting enough sleep.

WHAT IS FIBROMYALGIA?

Fibromyalgia is a chronic health problem that causes pain all over the body and other symptoms. Other symptoms that patients most often have are:

· Tenderness to touch or pressure affecting joints and muscles

· Fatigue

· Sleep problems (waking up unrefreshed)

· Problems with memory or thinking clearly

Some patients also may have:

· Depression or anxiety

· Migraine or tension headaches

· Digestive problems: irritable bowel syndrome (commonly called IBS) or gastroesophageal reflux disease (often referred to as GERD)

· Irritable or overactive bladder

· Pelvic pain

· Temporomandibular disorder—often called TMJ (a set of symptoms including face or jaw pain, jaw clicking and ringing in the ears)

Symptoms of fibromyalgia and its related problems can vary in intensity, and will wax and wane over time. Stress often worsens the symptoms.

WHAT CAUSES FIBROMYALGIA?

The causes of fibromyalgia are unclear. They may be different in different people. Fibromyalgia may run in families. There likely are certain genes that can make people more prone to getting fibromyalgia and the other health problems that can occur with it. Genes alone, though, do not cause fibromyalgia.

There is most often some triggering factor that sets off fibromyalgia. It may be spine problems, arthritis, injury, or other type of physical stress. Emotional stress also may trigger this illness. The result is a change in the way the body "talks" with the spinal cord and brain. Levels of brain chemicals and proteins may change. For the person with fibromyalgia, it is as though the "volume control" is turned up too high in the brain's pain processing centers.

WHO GETS FIBROMYALGIA?

Fibromyalgia is most common in women, though it can occur in men. It most often starts in middle adulthood, but can occur in the teen years and in old age. Younger children can also develop widespread body pain and fatigue.

You are at higher risk for fibromyalgia if you have a rheumatic disease (health problem that affects the joints, muscles and bones). These include osteoarthritis, lupus, rheumatoid arthritis, or ankylosing spondylitis.

HOW IS FIBROMYALGIA DIAGNOSED?

A doctor will suspect fibromyalgia based on your symptoms. Doctors used to require that you have tenderness to pressure or tender points at a specific number of certain spots before saying you have fibromyalgia. This is no longer the case. Your doctor may still look for tender points, but they are not required to make the diagnosis (see the Box). A physical exam can be helpful to detect tenderness and to exclude other causes of muscle pain.

There are no diagnostic tests (such as X-rays or blood tests) for this problem. Yet, you may need tests to rule out another health problem that can be confused with fibromyalgia.

Because widespread pain is the main feature of fibromyalgia, health care providers will ask you to describe your pain. This may help tell the difference between fibromyalgia and other diseases with similar symptoms. For instance, hypothyroidism (underactive thyroid gland) and polymyalgia rheumatica sometimes mimic fibromyalgia. Yet, certain blood tests can tell if you have either of these problems. Sometimes, fibromyalgia is confused with rheumatoid arthritis or lupus. But, again, there is a difference in the symptoms, physical findings and blood tests that will help your health care provider detect these health problems. Unlike fibromyalgia, these rheumatic diseases cause inflammation in the joints and tissues.

Criteria Needed for a Fibromyalgia Diagnosis

1. Pain and symptoms over the past week, based on the total of:
Number of painful areas out of 18 parts of the body
Plus level of severity of these symptoms:

· Fatigue

· Waking unrefreshed

· Cognitive (memory or thought) problems

Plus number of other general physical symptoms

2. Symptoms lasting at least three months at a similar level

3. No other health problem that would explain the pain and other symptoms

Source: American College of Rheumatology, 2010

HOW IS FIBROMYALGIA TREATED?

There is no cure for fibromyalgia. However, symptoms can be treated with both medication and non-drug treatments.

Medications: The U.S. Food and Drug Administration has approved three drugs for the treatment of fibromyalgia. They include two drugs that change some of the brain chemicals (serotonin and norepinephrine) that help control pain levels: duloxetine (Cymbalta) and milnacipran (Savella). Older drugs that affect these same brain chemicals also may be used to treat fibromyalgia. These include amitriptyline (Elavil), cyclobenzaprine (Flexeril) or venlafaxine (Effexor). Side effects vary by the drug. Ask your doctor about the risks and benefits of your medicine.

The other drug approved for fibromyalgia is pregabalin (Lyrica). Pregabalin and another drug, gabapentin (Neurontin), work by blocking the overactivity of nerve cells involved in pain transmission. These medicines may cause dizziness, sleepiness, swelling and weight gain.

Though not recommended as the first treatment, tramadol (Ultram) may be used to treat fibromyalgia pain. This painkiller is an opioid narcotic. Doctors do not suggest using other opioids for treating fibromyalgia. This is not because of fears of dependence. Rather, evidence suggests these drugs are not of great benefit to most people with fibromyalgia. In fact, they may cause greater pain sensitivity or make pain persist.

In some cases, fibromyalgia pain can improve with use of over-the-counter medicines such as acetaminophen (Tylenol) or nonsteroidal anti-inflammatory drugs (commonly called NSAIDs) like ibuprofen (Advil, Motrin) or naproxen (Aleve, Anaprox). Yet, these drugs likely treat the pain triggers, rather than the fibromyalgia pain itself. Thus, they are most useful in people who have other causes for pain such as arthritis.

For sleep problems, some of the medicines that treat pain also improve sleep. These include cyclobenzaprine (Flexeril), amitriptyline (Elavil), gabapentin (Neurontin) or pregabalin (Lyrica).

Other Therapies: People with fibromyalgia should use non-drug treatments as well as any medicines their doctors suggest. Research shows that gentle body-based therapies including Tai Chi and yoga can ease fibromyalgia symptoms.

Cognitive behavioral therapy (a type of therapy focused on behavior change and positive thinking) can help redefine your illness beliefs. Also, through learning symptom reduction skills, you can change your behavioral response to pain.

Other complementary and alternative therapies (sometimes called CAM or integrative medicine), such as acupuncture and massage therapy, can be useful to manage fibromyalgia symptoms. Many of these treatments, though, have not been well tested in patients with fibromyalgia.

LIVING WITH FIBROMYALGIA

Even with the many treatment options, patient self-care is vital to improving symptoms and daily function. In concert with medical treatment, healthy lifestyle behaviors can reduce pain, increase sleep quality, lessen fatigue and help you cope better with fibromyalgia.

Here are some self-care tips.

· Make time to relax each day. Deep-breathing exercises and meditation will help reduce the stress that can bring on symptoms.

· Set a regular sleep pattern. Go to bed and wake up at the same time each day. Getting enough sleep lets your body repair itself, physically and mentally. Also, avoid daytime napping and limit caffeine intake, which can disrupt sleep. Nicotine is a stimulant, so those with sleep problems should stop smoking.

· Exercise often. This is a very important part of fibromyalgia treatment. While difficult at first, regular exercise often reduces pain symptoms and fatigue. Patients should follow the saying, "Start low, go slow." Slowly add daily fitness into your routine. For instance, take the stairs instead of the elevator, or park further away from the store. After awhile, do more physical activity. Add in some walking, swimming, water aerobics and/or stretching exercises. It takes time to create a comfortable routine. Just get moving, stay active and don't give up!

· Educate yourself. Nationally recognized organizations like the Arthritis Foundation and the National Fibromyalgia Association are great resources for information. Share this information with family, friends and co-workers.

POINTS TO REMEMBER

· Look forward, not backward. Focus on what you need to do to get better, not what caused your illness.

· As your symptoms decrease with drug treatments, start increasing your activity. Begin to do things that you stopped doing because of your pain and other symptoms.

· With proper treatment and self-care, you can get better and live a normal life.

THE ROLE OF THE RHEUMATOLOGIST

Fibromyalgia is not a form of arthritis (joint disease). It does not cause inflammation or damage to joints, muscles or other tissues. However, because fibromyalgia can cause chronic pain and fatigue similar to arthritis, some people may think of it as a rheumatic condition. As a result, often a rheumatologist detects this disease (and rules out other rheumatic diseases). Your primary care physician can provide all the other care and treatment of fibromyalgia that you need.

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Fibromyalgia Network
www.fmnetnews.com

National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases
http://www.niams.nih.gov/hi/topics/fibromyalgia/fibrofs.htm

National Fibromyalgia Association
www.fmaware.org

National Fibromyalgia Partnership, Inc.
www.fmpartnership.org

The American Fibromyalgia Syndrome Association, Inc.
www.afsafund.org

American College of Rheumatology Research and Education Foundation
Learn how the ACR Research and Education Foundation advances research and training to improve the health of people with rheumatic diseases.
www.rheumatology.org/REF

Updated February 2012

Written by Leslie J. Crofford, MD, and reviewed by the American College of Rheumatology Communications and Marketing Committee.

This patient fact sheet is provided for general education only. Individuals should consult a qualified health care provider for professional medical advice, diagnosis and treatment of a medical or health condition.

© 2012 American College of Rheumatology


Versão em Português



Fibromialgia


A fibromialgia é um problema de saúde comum que causa dor generalizada e sensibilidade (sensível ao toque). A dor e sensibilidade tendem a ir e vir, e passar sobre o corpo. Na maioria das vezes, as pessoas com esta dor crônica (longo prazo) a doença o deixa cansado (muito cansado) e passa a ter problemas de sono. Pode ser difícil diagnosticar a fibromialgia.

FATOS RÁPIDOS

· A fibromialgia afeta 2-4 por cento das pessoas, principalmente mulheres.

· Os médicos a diagnosticar a fibromialgia baseado em todos os pacientes, os sintomas relevantes (o que você sente), não mais apenas sobre o número de pontos dolorosos.

· Não existe um teste para detectar esta doença, mas você pode precisar de exames laboratoriais ou raios-X para descartar outros problemas de saúde.

· Embora não haja cura, os medicamentos podem aliviar os sintomas.

· Os pacientes também podem sentir-se melhor com o próprio autocuidado, como exercícios e dormir o suficiente.

O QUE É FIBROMIALGIA?

A fibromialgia é um problema de saúde crônico que causa dor por todo o corpo entre outros sintomas. Outros sintomas que a maioria dos pacientes tem frequentemente são:

· Sensibilidade ao toque ou pressão que afetam as articulações e músculos

· Fadiga

· Os problemas do sono (acordar cansado)

· Problemas de memória ou para pensar com clareza

Alguns pacientes também podem apresentar:

· Depressão ou ansiedade

· As enxaquecas ou tensão

· Problemas digestivos: síndrome do intestino irritável (comumente chamado de SII) ou doença do refluxo (muitas vezes referido como RGE)

· Bexiga irritável ou hiperativa

· Dor pélvica

· Disfunção temporo mandibular, muitas vezes chamado ATM (um conjunto de sintomas, incluindo face ou dor na mandíbula, maxilar clicar e zumbido nos ouvidos)

Os sintomas da fibromialgia e seus problemas relacionados podem variar em intensidade, e aumentam e diminuem ao longo do tempo. O estresse muitas vezes piora os sintomas.

O QUE CAUSA A FIBROMIALGIA?

As causas da fibromialgia são claras. Eles podem ser diferentes em diferentes pessoas. A fibromialgia pode acontecer em famílias. Há a probabilidade de certos genes que podem tornar as pessoas mais propensas a ter fibromialgia e outros problemas de saúde que podem ocorrer com ele. Somente os genes, no entanto, não causam a fibromialgia.

Há na maioria das vezes algum fator desencadeante que provoca fibromialgia. Pode ser problemas de coluna, artrite, lesões, ou outro tipo de estresse físico. O estresse emocional também pode desencadear a doença. O resultado é uma mudança na forma do corpo "falar" com a medula espinal e do cérebro. Os níveis de substâncias químicas cerebrais e proteínas podem mudar. Para a pessoa com fibromialgia, é como se o "controle de volume" é muito alto nos centros cerebrais de processamento da dor.

QUEM PODE TER FIBROMIALGIA?

A fibromialgia é mais comum em mulheres, embora possa ocorrer em homens. Na maioria das vezes começa na idade adulta média, mas pode ocorrer na adolescência e na velhice. As crianças mais jovens também podem desenvolver dores no corpo e fadiga generalizada.

Você está em maior risco para a fibromialgia, se você tem uma doença reumática (problema de saúde que afeta as articulações, músculos e ossos). Estes incluem osteoartrite , lúpus , artrite reumatóide , ou espondilite anquilosante .

COMO É DIAGNOSTICADA A FIBROMIALGIA?

Um médico vai suspeitar de fibromialgia baseado em seus sintomas. Médicos utilizavam verificar se você tem sensibilidade à pressão ou de tender points para um número específico de determinados pontos, antes de dizer que você tem fibromialgia. Isso não é mais o caso. O seu médico pode ainda procurar pontos dolorosos, mas eles não são obrigados a fazer o diagnóstico (veja no quadro abaixo). Um exame físico pode ser útil para detectar a intensidade e para excluir outras causas de dor muscular.

Não existem testes de diagnóstico (como raios X ou exames de sangue) para este problema. No entanto, você pode precisar de exames para descartar outros problemas de saúde que podem ser confundidas com fibromialgia.

Como a dor generalizada é a principal característica da fibromialgia, o médico irá pedir-lhe para descrever sua dor. Isso pode ajudar a perceber a diferença entre a fibromialgia e outras doenças com sintomas semelhantes. Por exemplo, o hipotireoidismo (hipoatividade da tireóide) e polimialgia reumática , por vezes, imitar fibromialgia. No entanto, alguns exames de sangue podem dizer se você tem qualquer um desses problemas. Às vezes, a fibromialgia é confundida com artrite reumatóide ou lúpus . Mas, novamente, há uma diferença nos sintomas, achados físicos e exames de sangue que vai ajudar o seu prestador de cuidados de saúde detectar esses problemas de saúde. Ao contrário de fibromialgia, estas doenças reumáticas causam inflamação nas articulações e nos tecidos.

Critérios necessários para um diagnóstico da fibromialgia

1. Dor e os sintomas durante a semana passada, com base no total de:
Número de áreas dolorosas de 18 partes do corpo mais o nível de gravidade desses sintomas:

· Fadiga

· Acordando

· Problemas Cognitivos (memória ou pensamento)

· outros sintomas físicos gerais

2. Os sintomas duram pelo menos três meses a um nível semelhante

3. Nenhum outro problema de saúde que poderia explicar a dor e outros sintomas.

Fonte: American College of Rheumatology, 2010

COMO É QUE A FIBROMIALGIA É TRATADA?

Não há cura para a fibromialgia. No entanto, os sintomas podem ser tratados com medicamentos e os tratamentos não medicamentosos.

Medicamentos: A Food and Drug Administration (FDA = ANVISA no Brasil) EUA aprovou três medicamentos para o tratamento da fibromialgia. Eles incluem dois medicamentos que alteram algumas das substâncias químicas cerebrais (serotonina e noradrenalina), que ajudam os níveis de controle da dor: a duloxetina (Cymbalta) e milnaciprano (Savella). Drogas mais antigas que afetam estes produtos químicos do cérebro mesmas também podem ser utilizados para tratar a fibromialgia. Estes incluem a amitriptilina (Tryptanol), ciclobenzaprina (Flexeril) ou venlafaxina (Effexor). Os efeitos colaterais variam de acordo com a droga. Pergunte ao seu médico sobre os riscos e benefícios do seu medicamento.

A outra droga aprovada para a fibromialgia é pregabalina (Lyrica). Pregabalina e outra droga, a gabapentina (Neurontin), funcionam bloqueando a hiperatividade das células nervosas envolvidas na transmissão da dor. Estes medicamentos podem causar tonturas, sonolência, inchaço e ganho de peso.

Embora não seja recomendado como o primeiro tratamento, tramadol (Ultram) podem ser utilizados para tratar a dor fibromialgia. Este analgésico narcótico é um opióide. Os médicos não sugerir o uso de outros opióides para o tratamento da fibromialgia. Isso não é por causa de temores de dependência. Pelo contrário, a evidência sugere que estes medicamentos não são de grande benefício para a maioria das pessoas com fibromialgia. Na verdade, eles podem causar maior sensibilidade a dor ou fazer a dor persistir.

Em alguns casos, a dor da fibromialgia podem melhorar com o uso de over-the-counter medicamentos como o paracetamol (Tylenol) ou antiinflamatórios não-esteroidais (comumente chamado de NSAIDs ) como o ibuprofeno (Advil, Motrin) ou naproxeno (Aleve, Anaprox). No entanto, estas drogas provável tratar a dor desencadeia, em vez de a dor fibromialgia si. Assim, eles são mais úteis em pessoas que têm outras causas para a dor como a artrite.

Para problemas de sono, alguns dos medicamentos que tratam a dor também melhorar o sono. Estes incluem ciclobenzaprina (Flexeril), amitriptilina (Tryptanol), gabapentina (Neurontin) ou pregabalina (Lyrica).

Outras Terapias: Pessoas com fibromialgia devem usar os tratamentos não medicamentosos, bem como quaisquer medicamentos que os médicos sugerem. A pesquisa mostra que os exercícios mais suaves baseadas no corpo, terapias, incluindo Tai Chi e Yoga podem aliviar os sintomas da fibromialgia.

Terapia cognitivo-comportamental (um tipo de terapia focada na mudança de comportamento e pensamento positivo) pode ajudar a redefinir suas crenças sobre a doença. Além disso, através da aprendizagem de competências de redução de sintomas, você pode mudar a sua resposta comportamental à dor.

Outras terapias complementares e alternativas (às vezes chamado CAM ou medicina integrativa) como a acupuntura e a massagem terapêutica, podem ser úteis para controlar os sintomas da fibromialgia. Muitos destes tratamentos, no entanto, não têm sido bem testados em pacientes com fibromialgia.

VIVER COM FIBROMIALGIA

Mesmo com as muitas opções de tratamento, o paciente ter autocuidado é vital para a melhora dos sintomas e da função diária. Em conjunto com o tratamento médico, os comportamentos de vida saudáveis ​​podem reduzir a dor, aumentar a qualidade do sono, diminuir a fadiga e ajudá-lo a lidar melhor com fibromialgia.

Aqui estão algumas dicas de autocuidado.

· Arranje tempo para relaxar a cada dia. Intensos exercícios de respiração e meditação vai ajudar a reduzir o estresse que pode desencadear os sintomas.

· Definir um padrão de sono regular. Vá para a cama e acorde na mesma hora do dia. Dormir o suficiente permite que seu corpo se repare, fisicamente e mentalmente. Além disso, evitar cochilos durante o dia e limitar a ingestão de cafeína, que pode interromper o sono. A nicotina é um estimulante, por isso aqueles com problemas de sono devem parar de fumar.

· Exercício frequentemente. Esta é uma parte muito importante do tratamento da fibromialgia. Embora difícil no início, o exercício regular reduz os sintomas muitas vezes dor e fadiga. Os doentes devem seguir o ditado, "Comece baixo, vá devagar." Lentamente, adicionar aptidão diária em sua rotina. Por exemplo, as escadas em vez do elevador, ou parque mais longe da loja. Depois de algum tempo, fazer mais atividade física. Adicionar em algumas atividades aeróbicas, caminhadas, na água, natação e/ou exercícios de alongamento. Leva tempo para criar uma rotina confortável. Basta entrar em movimento, permanecer ativo e não desista!

· Educar-se. organizações reconhecidas nacionalmente como a Arthritis Foundation ea National Fibromyalgia Association tem grandes recursos de informação. Compartilhar essas informações com familiares, amigos e colegas de trabalho.

PONTOS PARA LEMBRAR

· Olhe para frente, não para trás. Concentre-se naquilo que você precisa fazer para obter melhor, não o que causou sua doença.

· Como diminuir os seus sintomas com os tratamentos de drogas, começar a aumentar sua atividade. Comece a fazer coisas que você deixou de fazer por causa de sua dor e outros sintomas.

· Com o tratamento adequado e autocuidado, você pode ficar melhor e viver uma vida normal.

O PAPEL DO REUMATOLOGISTA

A fibromialgia não é uma forma de artrite (doença comum). Ela não causa inflamação ou danos as articulações, músculos ou outros tecidos. No entanto, como a fibromialgia pode causar dor crônica e fadiga semelhante à artrite, algumas pessoas podem pensar nela como uma condição reumática. Como resultado, muitas vezes um reumatologista detecta esta doença (e exclui outras doenças reumáticas). O seu médico pode fornecer todo o cuidado e tratamento da fibromialgia que você precisa.

** Só é válido para eua.

PARA MAIS INFORMAÇÕES

O Colégio Americano de Reumatologia compilou essa lista para dar-lhe um ponto de partida para a sua própria investigação adicional. A ACR não endossa ou mantém esses sites, e não é responsável por qualquer informação ou reclamações, deles. É sempre melhor conversar com seu reumatologista para obter mais informações, antes de tomar decisões sobre seu atendimento.

Fibromialgia Rede www.fmnetnews.com

Instituto Nacional de Artrite e Doenças Musculosqueléticas e da Pelehttp://www.niams.nih.gov/hi/topics/fibromyalgia/fibrofs.htm

National Fibromyalgia Association www.fmaware.org

National Fibromyalgia Partnership, Inc. www.fmpartnership.org

O norte-americano Fibromyalgia Syndrome Association, Inc. www.afsafund.org

American College of Rheumatology Research Foundation e Educação
Saiba como a Research ACR e Education Foundation pesquisa avanços e treinamento para melhorar a saúde das pessoas com doenças reumáticas. www.rheumatology.org / REF

Atualizado fevereiro 2012

Escrito por Leslie J. Crofford, MD, e revisado pelo Colégio Americano de Reumatologia Comunicações e Comitê de Marketing.

Esta ficha paciente é fornecida para a educação geral. As pessoas devem consultar um prestador de cuidados de saúde qualificado para aconselhamento médico profissional, diagnóstico e tratamento de uma condição médica ou de saúde.

© 2012 American College of Rheumatology