Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar e interdisciplinar ao paciente. Mas deve se estender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas em diversos aspectos, como:
tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

TRADUTOR

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A síndrome das pernas inquietas

COTIDIANO / BEM ESTAR & SAÚDE
05.08.2013 | 07h30 - Atualizado em 05.08.2013 | 08h44

Sensação incontrolável de movimentar os membros.

Reprodução                                                                         DA VEJA VIVER BEM



A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) é uma sensação de desconforto que ocorre nos membros inferiores, seguida de uma incontrolável vontade de mover os membros. As definições descritas pelos pacientes estão sempre relacionadas a uma sensação de inquietude. Muitos dizem que sentem “alfinetadas” ou sensação de “insetos caminhando nos membros” e principalmente sensação incontrolável de movimentar os membros.

É importante não confundir essas queixas com movimentos desencadeados por uma situação de stress ou tensão, como quando começamos a balançar os membros embaixo da mesa. Esses movimentos cessam, conscientemente, quando a situação se resolve. Já a SPI é um distúrbio do sono e o quadro tende a piorar durante a noite, principalmente quando o indivíduo se deita e relaxa. Geralmente esses sintomas desaparecem com a movimentação. Em algumas situações pode-se observar movimento dos membros quando o indivíduo está deitado ou sentado. Uma séria consequência da SPI é o prejuízo gerado no sono: 80% dos pacientes que possuem essa síndrome, apresentam PLM (Periodic Legg Moviments) – Movimento Periódico dos Membros e esses sintomas podem dificultar o início e a manutenção do sono. As consequências dessas interrupções no sono são a sonolência ao longo do dia, seguida da sensação permanente de cansaço e alterações no humor, concentração e memória.

Em geral não se sabe a origem ou causa desse quadro, mas sabe-se que existe um componente genético na maioria dos casos. A deficiência de dopamina e de ferro em algumas áreas cerebrais tentam justificar a ocorrência dessa síndrome. Em grávidas esse quadro pode-se acentuar nos últimos três meses de gestação, tendendo a cessar após o parto.

O diagnóstico é baseado na história clínica do paciente. Alguns exames podem auxiliar no fechamento do caso. O exame de sangue analisa os níveis de ferro e a polissonografia pode apontar a presença dos movimentos periódicos de pernas, assim como definir a gravidade do quadro.

O tratamento tem como objetivo diminuir ou cessar os sintomas e melhorar a qualidade de vida desses indivíduos. O tipo de tratamento irá variar com a intensidade do problema. Nos casos mais leves geralmente são prescritos os benzodiazepínicos e nos mais graves, pode-se administrar medicamentos que visam estimular os receptores de dopamina no cérebro.

E não se esqueça que para confirmar se você realmente tem essa síndrome e decidir o tratamento mais adequado, é necessário procurar um medico especialista na área de distúrbios do sono que irá auxiliá-lo na decisão do melhor procedimento.


Dor crônica: confira os erros mais comuns no tratamento das dores

Publicada em 01/08/2013 15:52:45
A dor crônica é um problema que atinge 30% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), e mais de 60 milhões de pessoas no Brasil, conforme a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED).
O tratamento pode ser simples, dependendo do problema que a pessoa tem, mas muitas agravam os sintomas cometendo erros que podem ser evitados facilmente.
O primeiro equívoco costuma ser a demora em iniciar o tratamento. “Muitos pacientes não buscam tratamento quando a dor ainda é um problema discreto, contribuindo para que ela se agrave a ponto de, em alguns casos, se tornar insuportável” explica o neurologista José Geraldo Speciali, da SBED.
Quem sente dores ou outros incômodos apenas de vez em quando pode ter nada mais que sintomas momentâneos. O caso muda quando os problemas acontecem frequentemente e é ai que o individuo precisa de tratamento e deve procurar um profissional da área. A SBED preparou uma lista das sete atitudes mais comuns que atrapalham o tratamento da dor:
1) Esperar a dor passar
Não é toda dor que passa e o diagnóstico precoce pode evitar consequências mais sérias. “Toda dor é um alerta que o corpo manda para manter sua integridade.
Uma dor aguda no peito, por exemplo, pode indicar um infarto”, explica o neurologista. Dores como as causadas pela artrose e artrite reumatoide não tem cura, mas já possuem tratamentos conhecidos.
2) Não fazer exercícios físicos
Pessoas que sofrem com dores crônicas tendem a têm medo de praticar exercícios físicos, quando essa pode ser a solução. “Evitar o movimento quando existe uma dor faz com que a musculatura mais próxima à região dolorosa acabe tensionada. Uma dor no quadril pode gerar tensão na lombar e até uma dor de cabeça”, afirma a fisioterapeuta Mariana Schamas.
3) Evitar a fisioterapia
Ir à fisioterapia não é das atividades mais agradáveis e muitas pessoas optam por não faze-la por isso. “Essa escolha pode causar prejuízos desnecessários ao organismo, já que o tratamento não medicamentoso ameniza a dor sem sobrecarregar órgãos como os rins e o fígado”, destaca o neurologista José Geraldo. Ele ainda reforça que a fisioterapia costuma fazer menos mal ao corpo do que utilizar medicamentos.
4) Não realizar tratamentos complementares
Acupuntura e meditação, por exemplo, não são levadas a sério por muitas pessoas. A Universidade da Carolina do Norte (EUA) analisou 500 estudantes que meditaram 20 minutos por três dias consecutivos.
Os resultados, publicados no "The Journal of Pain", apontaram que a prática ajudou a aliviar a dor. A acupuntura libera endorfina e serotonina, responsáveis pela sensação de bem-estar, e assim aliviam as dores.
5) Automedicar-se
Quem nunca teve dor de cabeça e pediu dicas ou remédios para amigos? “O organismo vai se acostumando ao medicamento de uso contínuo e perde, cada vez mais, seus próprios mecanismos de regular a dor.
Sem o analgésico a dor vem mais forte e a dose precisa ser aumentada”, explica a neurologista Thaís Villa, da Sociedade Brasileira de Cefaleia. Sempre procure um médico para tomar qualquer medicamento.
6) Ir ao profissional especializado
“Um profissional familiarizado a elas (às dores crônicas) tem formação específica para entender o problema”, esclarece José Geraldo. Algumas formas de dor crônica sequer manifestam-se em exames e por isso dificilmente são detectadas. Por isso, procure primeiro um profissional que entenda a doença e faça o encaminhamento correto, para não ter que ir a muitos médicos.
7) Alterar o tratamento por conta própria
Nunca tome atitudes sozinho. Caso você tenha dúvidas ou sugestões para o seu tratamento, converse com o seu médico. O profissional é quem sabe quais medicamentos podem ser usados por longo tempo sem prejudicar seu organismo.
“Ao decidir abandonar um tratamento por conta própria, mesmo que ele esteja no final, o paciente está jogando fora tudo o que foi feito”, afirma José Geraldo Speciali.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

MEDICAÇÃO GRATUITA - É UM DIREITO DO CIDADÃO - PRATIQUE CIDADANIA

(VALE A PENA LER COM ATENÇÃO E CUIDADO! É SOBRE MEDICAÇÃO GRATUITA!!!)
O custo de nossos medicamentos de uso contínuo são altos, e fazem um rombo em nossas finanças. Imagina para quem não consegue nem receber o benefício de Auxílio Doença? Para o tratamento? Não!!!!!!!
O povo brasileiro precisa começar a mudar sua postura, e descobrir a que tem direito, o que é dever do Estado(Federação), o que a nossa Constituição Federal nos assegura.
Pois bem! Ao ler o artigo abaixo você verá que TODOS temos direito à saúde.
Vá a Secretaria Municipal de onde você mora, e faça o pedido formal (por escrito) da medicação que você já faz uso, junto com a receita de seu médico e um Laudo explicando a necessidade do medicamento(colocar se pode ser substituído, e por qual) (não importa se é do SUS, convênio ou particular).
Espere a resposta - de preferência por escrito - da Secretaria.
Caso seja negativa, aí é hora de entrar na justiça!
Ah, mas eu não posso pagar um advogado! O que faço? Paro o tratamento?
Nãooo!
Existem diversas formas de você conseguir um defensor gratuitamente.
Vamos lá:
1) Defensoria Pública da União: vá até um dos escritórios espalhados pelo Brasil, e explique seu caso, levando (preferencialmente) o documento que comprova que a Secretaria de seu município se negou, e MAIS  a receita de seu médico e um Laudo explicando a necessidade do medicamento. Não esquecer seus documentos pessoais, mais comprovante de residência, e de renda (caso tenha). www.dpu.org.br - Um defensor será escolhido para colocar a ação na justiça. 
No site você têm o telefone de cada escritório. Ligue antes para saber qual é o horário de atendimento, e confirme o que precisa levar.

2)Ministério Público - você deve fazer a primeira etapa igualzinho ao que está escrito no item anterior. De posse da negativa da Secretaria, vá ao Fórum de sua cidade e converse com um promotor público, de posse dos mesmos documentos do item anterior. Um promotor público será designado para te representar.

3) OAB - Vá a uma seccional da OAB em sua cidade ou na cidade mais próxima que a represente também - Faça o procedimento inicial igualzinho dos itens 1 ou 2. Quando tiver a negativa da Secretaria Municipal, vá à secccional da OAB levando o documento que nega a concessão (caso venham a dar), e todos seu documentos pessoais, comprovante de residência + renda(quando tiver). Explique o caso... Um advogado será escolhido para te representar.

Ainda que você pense que uma ação na justiça possa demorar, não vamos mentir... pode demorar sim!
Mas existem recursos que o seu advogado pode usar para preservar sua qualidade de vida e sua saúde. Seu representante já tem a justificativa através do Laudo de seu médico, que explica porque você precisa usar "x" medicação.
Se o seu representante fizer um pedido muito bem feito, o juiz poderá conceder uma Liminar, para que o SUS, ou a Secretaria Municipal, ou Secretaria Estadual conceda sua medicação antes do término da ação.

Como pode ver, a principalmente no início, as coisas parecem complicadas. Mas não são!
Se você quer fazer valer seus direitos... é preciso ir em busca deles.
O Estado não divulga suas obrigações, é óbvio, mas se você sabe quais são por que não exigir?
Não é possível as folhas das árvores se moverem se o vento não bater.
É preciso sair da inércia!
Nossa dor é invisível, mas não tirou nossa inteligência nem mesmo vai deixar tirarem de nós aquilo a que tem direito.

O texto abaixo é um resumo de uma decisão judicial, na qual o juiz MANDA O SUS CONCEDER GRATUITAMENTE, NO PRAZO DE 10 DIAS (o processo corre um tempo até chegar a decisão judicial), A MEDICAÇÃO SOLICITADA NA AÇÃO.

SE QUISER, COPIE ESSA DECISÃO, E QUANDO FOR PROCURAR SEU DEFENSOR LEVE UMA CÓPIA. ISSO DEVE FAZER PARTE DE SEU PROCESSO, PORQUE VAI TE AJUDAR E MUITO.
Abrafibro Assoc Bras. dos Fibromiálgicos

24/07/2013

ENTREGA DE REMÉDIOS
Universal, SUS também deve atender a quem tem plano
O acesso ao Sistema Único de Saúde é universal, por isso, o sistema deve fornecer medicamentos contra o câncer a todos os brasileiros, incluindo aqueles que possuem planos de saúde. Esse é o entendimento do juiz federal substituto Eduardo Pereira da Silva, da 1ª Vara da Seção Judiciária de Goiás, que negouEmbargos de Declaração apresentados pela União contra decisão que obrigava o SUS a fornecer os medicamentos a uma mulher. Como a ação movida pela Defensoria Pública previa antecipação de tutela, ele determinou que os remédios sejam entregues em dez dias.
Em sua decisão, o juiz federal substituto destaca que o SUS foi criado porque a Constituição de 1988 considerou a saúde como direito social e um dever do poder público. Sua cobertura é universal, ou seja, beneficia a todos os cidadãos, independentemente de renda, classe social ou a titularização de qualquer plano privado de saúde, como consta no artigo 2º da Lei 8.080/1990. Segundo ele, a tese de que o Sistema Único de Saúde é válido apenas para a parcela mais pobre da população se dá porque os mais abastados optam por hospitais privados, mas isso não decorre de qualquer característica legal do SUS.
A União alegou que a mulher possui plano de saúde dos servidores públicos do Tocantins, ou seja, não era hipossuficiente. Assim, o SUS não estaria obrigado a fornecer os remédios, algo que caberia ao Plansaude/Tocantins e à Unimed. Salientava também que, segundo o artigo 32 da Lei 9.656/1995, quando o Sistema Único de Saúde assume serviços que são de responsabilidade dos planos, deve ser restituído por eles.
O juiz Eduardo Pereira da Silva cita programas do SUS que são utilizados por todas as classes sociais, sem contestação, incluindo a vacinação contra febre amarela, gripe e rubéola. Outros casos são o plano de tratamento de portadores do vírus HIV, transplantes de órgão e o atendimento pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O juiz responsável pelo caso explica, em relação a este ponto, que o artigo 32 da Lei 9.656/1995 prevê que o SUS atenda pacientes de planos de saúde e regulamenta sua relação jurídica própria com as operadoras. Isso ocorre para evitar que o paciente seja prejudicado e fique sem os serviços essenciais por conta de artimanhas dos planos que, para cortar custos, colocam diversas restrições aos procedimentos mais caros.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal.
Para ler a decisão na íntegra acesse: http://s.conjur.com.br/dl/sus-atender-paciente-plano-saude.pdf

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os sintomas e o tratamento da Fibromialgia

Olá!
Aqui estamos novamente para integrá-lo ao Universo do Paciente Fibromiálgico.
Você não é um ET, não é falso, não é mentiroso, não é preguiça o que você sente, e sua dor é real. 
O artigo abaixo é muito interessante, e de uma fonte confiável, como deve ser em toda pesquisa.
Se você recebeu o diagnóstico que é Portador da Síndrome de Fibromialgia, saiba que você não ficará deformado, e muito menos irá morrer por causa dela.
Ela tem inúmeros sintomas, e o tratamento para eles é a forma de poder controlar a síndrome.
No início de nosso blog você poderá ler mais sobre o que é a Fibromialgia.
Agora, você terá a oportunidade de assistir um vídeo com duas pacientes, com profissionais reconhecidamente especialistas em nossa Síndrome.
Uma sugestão! Se você tem problemas com pessoas que não acreditam no que você sente, no que é a fibromialgia, ou até mesmo na existência dela... Prepare a pipoca e, sentem-se para assistir o vídeo abaixo.
Vai ajudar a esclarecer a todos.
Sempre lembramos que as pessoas não são feitas em linha de produção. Ou seja, ninguém é igual a ninguém. O que serve para um, não obrigatoriamente servirá a todos.
O importante são as informações.
É importante também não desistir de encontrar o tratamento adequado às suas necessidades, personalizado.
A família, o companheiro, os filhos, colegas de trabalho, amigos podem e devem conhecer mais sobre a fibromialgia.
É uma doença comum, mas pouco divulgada, até pelos próprios pacientes. Talvez por não terem a compreensão do que acontece com seu corpo. 
Assim, a educação do paciente é fator importante no tratamento. Compreendendo o que acontece com seu corpo, o que ele precisa, porque tomar essa ou aquela medicação, a necessidade de fazer alguma atividade física ( principalmente que lhe traga prazer!) torna-se menos penoso, e tem maiores chances de encontrar o tratamento adequado partindo de sua adesão a ele.
Alguns participantes do vídeo já são velhos conhecidos nossos... ou pelo menos já ouvimos falar deles.
Ok?!
Lembre-se: 
O que você fizer pela sua qualidade de vida, refletirá positivamente em tudo à sua volta!

Bora lá para a leitura e depois assistir ao vídeo...
ABRAFIBRO - Assoc. Bras. dos Fibromiálgicos


Doença causa fortes dores, indisposição e fadiga diária
Enrique Barros, apresentador do Ser Saudável, conversa com paciente com fibromialgiaEnrique Barros, apresentador do Ser Saudável, conversa com paciente com fibromialgiaO Ser Saudável apresenta como a Fibromialgia acomete as pessoas, trazendo indisposição, distúrbios do sono,dor e fadiga ao cotidiano. Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a condição de dor.
No programa você conhece os principais sintomas da fibromialgia e como eles podem ser combatidos. As histórias de Mônica e Guacira são exemplos de pessoas que convivem com a fibromialgia sem perder a alegria de viver.


Fundação Pe. Urbano Thiesen - TV Unisinos
Produtor: Daniel Pedroso
Diretor: Hique Motanari

Exame de sangue poderá detectar a fibriomalgia de maneira mais rápida

Amostra de sangue
Cientistas buscam reconhecer molécula indicadora de fibromialgia em amostras de sangue (Thinkstock)

Ainda em fase de testes, nova técnica usou amostras de sangue seco do dedo dos pacientes para identificar a doença; exame poderá reduzir em até cinco anos o tempo de espera por um diagnóstico.
Um novo teste que detecta a fibriomalgia por exame de sangue foi desenvolvido por pesquisadores de Ohio, nos Estados Unidos. O método proposto pela equipe consiste na identificação do comportamento de determinadas moléculas presentes no sangue, que indicam a presença da doença. Ainda no começo do processo de desenvolvimento, o exame precisa ser testado com um número mais abrangente de voluntários para verificar sua eficácia. Os primeiros resultados, no entanto, foram promissores e, caso venha a se tornar disponível para uso clínico, o exame poderá reduzir o tempo de espera para o diagnóstico em até cinco anos.
Segundo o Instituto Nacional de Artrites e Doenças Musculoesqueléticas e de Pele (NIAMS, sigla em inglês), cerca de cinco milhões de americanos (país onde foi realizado o estudo) são acometidos pela fibromialgia, cujos principais sintomas são a fadiga e as dores em todo o corpo. Por serem sintomas que se assemelham aos de outras doenças — como a artrite reumatoide, por exemplo — os médicos costumam descartar essas doenças antes de identificar a fibromialgia, tornando o processo de diagnóstico lento e cansativo.

“Chegar a um diagnóstico mais rápido é de extrema importância, porque os pacientes passam por um grande stress durante o processo de diagnóstico”, explica Kevin Hackshaw, um dos autores da pesquisa, divulgada na versão on-line do periódico Analyst. “Só o fato de serem diagnosticados já faz com que eles se sintam melhores. Reduz a ansiedade.”

Método — A base do exame proposto pelos cientistas é o reconhecimento de moléculas indicadoras da fibromialgia, por meio de uma microespectroscopia infravermelha — tecnologia que identifica particularidades das moléculas presentes em amostras de sangue seco. Apenas algumas gotas de sangue retiradas do dedo dos pacientes são suficientes para o exame. A técnica se mostrou tão eficaz que pode distinguir casos de fibromialgia, artrite reumatoide e osteoartrite — três doenças que causam sintomas similares.

De acordo com Tony Buffington, integrante da equipe responsável pelo trabalho, apesar de um microscópio infravermelho ser caro, o exame poderia se tornar acessível se existisse um laboratório central para checar as amostras de sangue, que poderiam ser enviadas pelo correio.

O inteiro teor da pesquisa você terá acesso clicando:http://pubs.rsc.org/en/content/pdf/article/2013/an/c3an36615d

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: A bloodspot-based diagnostic test for fibromyalgia syndrome and related disorders

Onde foi divulgada: periódico Analyst

Quem fez: Kevin V. Hackshaw, Luis Rodriguez-Saona, Marçal Plans, Lauren N. Bell e C. A. Tony Buffington 

Instituição: Universidade do Estado de Ohio, EUA, e outras instituições

Dados de amostragem: amostras de sangue de indivíduos com artrite reumatoide, osteoartrite e fibromialgia 

Resultado: Um novo exame que analisa amostras de sangue retiradas do dedo foi capaz de distinguir casos de artrite reumatoide, osteoartrite e fibromialgia.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-aponta-novo-metodo-para-diagnostico-de-fibromialgia

ENTREGA DE REMÉDIOS Universal, SUS também deve atender a quem tem plano

Muitas vezes pensamos que por termos um plano de saúde não temos direito de requer nossos direitos junto ao SUS, como a medicação por exemplo.
A matéria abaixo relata (brevemente) um caso que já foi julgado, e que a paciente teve o direito de receber gratuitamente a medicação pelo SUS.
Cidadania não é só votar! É conhecer seus direitos e fazê-los com que se cumpram.
Se você passa por situação semelhante, ou pretende requerer ao SUS sua medicação, e precisar ajuizar um processo para isso, aqui está um excelente exemplo. (Nesses casos no juridiquês é chamado de Jurisprudência - uma decisão judicial em casos parecidos. Nesse caso a favor do paciente. Pode e deve ser usado em seu processo).

24.07.2013

O acesso ao Sistema Único de Saúde é universal, por isso, o sistema deve fornecer medicamentos contra o câncer a todos os brasileiros, incluindo aqueles que possuem planos de saúde. Esse é o entendimento do juiz federal substituto Eduardo Pereira da Silva, da 1ª Vara da Seção Judiciária de Goiás, que negouEmbargos de Declaração apresentados pela União contra decisão que obrigava o SUS a fornecer os medicamentos a uma mulher. Como a ação movida pela Defensoria Pública previa antecipação de tutela, ele determinou que os remédios sejam entregues em dez dias.
Em sua decisão, o juiz federal substituto destaca que o SUS foi criado porque a Constituição de 1988 considerou a saúde como direito social e um dever do poder público. Sua cobertura é universal, ou seja, beneficia a todos os cidadãos, independentemente de renda, classe social ou a titularização de qualquer plano privado de saúde, como consta no artigo 2º da Lei 8.080/1990. Segundo ele, a tese de que o Sistema Único de Saúde é válido apenas para a parcela mais pobre da população se dá porque os mais abastados optam por hospitais privados, mas isso não decorre de qualquer característica legal do SUS.
A União alegou que a mulher possui plano de saúde dos servidores públicos do Tocantins, ou seja, não era hipossuficiente. Assim, o SUS não estaria obrigado a fornecer os remédios, algo que caberia ao Plansaude/Tocantins e à Unimed. Salientava também que, segundo o artigo 32 da Lei 9.656/1995, quando o Sistema Único de Saúde assume serviços que são de responsabilidade dos planos, deve ser restituído por eles.
O juiz Eduardo Pereira da Silva cita programas do SUS que são utilizados por todas as classes sociais, sem contestação, incluindo a vacinação contra febre amarela, gripe e rubéola. Outros casos são o plano de tratamento de portadores do vírus HIV, transplantes de órgão e o atendimento pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O juiz responsável pelo caso explica, em relação a este ponto, que o artigo 32 da Lei 9.656/1995 prevê que o SUS atenda pacientes de planos de saúde e regulamenta sua relação jurídica própria com as operadoras. Isso ocorre para evitar que o paciente seja prejudicado e fique sem os serviços essenciais por conta de artimanhas dos planos que, para cortar custos, colocam diversas restrições aos procedimentos mais caros.Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal.
Clique aqui para ler a decisão.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Como cadastrar nos programas cartão desconto dos laboratórios e comprar medicamentos mais barato

Programas cartão desconto de adesão e continuidade do tratamento, principalmente no caso de pacientes crônicos, são oferecidos pelos grandes laboratórios como Merck MSD, Aché, Bayer, Novartis, Libbs, Sanofi, promovem descontos de 50%, e em alguns casos de 75% no preço de vários medicamentos quando o paciente está com a receita, se cadastra para comprar mais barato, a farmácia credenciada vende o remédio e faz as recomendações necessárias para o bom uso do fármaco.

A adesão ao tratamento é o primeiro passo para alcançar a cura de uma doença ou para manter sob controle. Programas como o, cuidados pela vida, receita de vida, vale mais saúde, favorecem financeiramente para que o paciente possa comprar o medicamento a primeira vez e depois possa continuar adquirindo para prosseguir o tratamento, este é certamente um ponto fundamental para alcançar o sucesso da terapia.
Basicamente em todos os programas o paciente deve estar de posse da receita que o médico lhe deu durante a consulta, depois ele realiza um cadastro no site ou via telefone do laboratório fabricante do medicamento que será usado no tratamento, aprovado, recebe um número que lhe concede o direito de adquirir o remédio com o desconto na farmácia credenciada, apenas algumas variações de um programa para outro.
Veja aqui os principais programas cartão desconto para compra de medicamentos.

Programa para compra de medicamentos com desconto da Aché, detalhes

O Programa da Aché recebe o nome de Cuidados pela Vida, e conforme descreve no site oferece descontos na compra de dermocosméticos – Eucerin  (com 30% de desconto) e medicamentos prescritos pelo médico da marca Aché, para participar do Programa Cuidados pela Vida o participante deve realizar o seu cadastro gratuitamente através da Central de Atendimento Farmaprod, pelo número de telefone 0800 777 8432 ou pelo site cuidadospelavida. As informações necessárias para realização do cadastro são: nome completo do participante, endereço completo com CEP, CPF, data de nascimento, dados para contato (telefones com DDD e e-mail) e dados da receita médica (obrigatório para produtos tarjados ”Uso sob prescrição médica”).
Os medicamentos para as seguintes patologias podem entrar no programa: Asma; DPOC; hipertensão arterial; insuficiência coronariana; imunomodulador e imunoestimulante; estados de irritabilidade agitação nervosa, tratamento de insônia e desordens de ansiedade; displasia mamária; varizes e varicosidades; Osteoartrite, osteoartrose ou artrose; depressão, transtornos do pânico ou transtorno obsessivo compulsivo (TOC).

Programa para compra de medicamentos com desconto da Libbs, detalhes

Com a prescrição de medicamentos da Libbs Farmacêutica feita pelo médico, o paciente deverá ligar grátis para a Central de Atendimento do Programa, que neste caso tem o nome de Libbs Vale Saúde, no número 0800 77 54 227, e informar alguns dados pessoais e alguns dados da prescrição médica. Os dados fornecidos para participação no programa são: CPF, data de nascimento, CEP, CRM do médico e produto prescrito. Outros dados poderão ser informados apenas se o paciente quiser. São eles: nome completo, endereço completo e e-mail, que serão utilizados para envio do cartão definitivo.
Um detalhe importante deste programa da Libbs é que tem um limite de participantes por campanha. E também cada medicamento tem um desconto específico e uma quantidade limite que cada paciente pode comprar pelo programa.
A Central de Atendimento fornecerá um número de cartão já ativado ao paciente, com este número já pode comprar seu medicamento. Mais informações no site libbsvalesaude.com.br.
Outra coisa que me chamou a atenção foi o fato de que a cada medicamento o paciente deverá ligar para a Central de Atendimento para liberar a compra com desconto, todas as vezes terá que repetir todo procedimento, além disso a validade para a compra com o cartão depois de ativado é de um ano.

Programa para compra de medicamentos com desconto da Novartis, detalhes

A Novartis tem o Programa Vale Mais Saúde um programa de adesão ao tratamento ajuda o paciente na continuidade de seu tratamento de doenças crônicas: Facilitando o acesso a medicamentos, promovendo um melhor entendimento das doenças, auxiliando na melhora da qualidade de vida.
Depois que o médico passa a receita o paciente fará sua adesão através da Central de Atendimento Vale Mais Saúde, pelo número de telefone 0 800 888 3003 opção 1 ou através do site valemaissaude.com.br. Os dados necessários para a adesão são: nome completo do participante, dados sobre o medicamento indicado na prescrição médica, CEP e endereço residencial, telefone com DDD, CPF, data de nascimento, e profissão. Poderá ser utilizado para qualquer medicamento que for prescrito pelo médico, desde que faça parte do Programa.

Programa para compra de medicamentos com desconto da Bayer, detalhes

Quando o medicamento prescrito pelo médico for da marca Bayer HealthCare Pharmaceuticals, poderá ter acesso a produtos com desconto, a empresa mantém o programa Bayer para Você, a receita com o carimbo do seu médico ou seu nome e número do CRM é o documento para conseguir o desconto, depois de fazer seu cadastro como nos outros programas poderá efetuar sua compra em qualquer farmácia credenciada.
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 701 5589 – o horário de atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 18h. Caso queira fazer a sua inscrição.


Programa para compra de medicamentos com desconto da Merck MSD, detalhes

Sobre ele comentei em um texto completo sobre o medicamento singulair que pode ser visto neste link, siga.

Programa para compra de medicamentos com desconto da sanofi-aventis, detalhes

Voltado mais especificamente para prevenir e tratar a osteoporose, o programa tem o nome de Conexão saúde, a sanofi-aventis desenvolveu dois diferentes tratamentos: Os-Cal, que complementa as necessidades diárias de cálcio e outra medicação de prescrição médica que atua no remodelamento da massa óssea. Caso seu médico tenha prescrito esse segundo medicamento, poderá participar do programa. Para cadastrar aqui.

Programa para compra de medicamentos com desconto da Lundbeck Brasil, detalhes

Outra empresa que mantem um programa de desconto é o Lundbeck Brasil O Programa Lundbeck tem como principal objetivo promover a adesão dos pacientes ao tratamento prescrito pelo médico, reduzindo o número de casos de abandono do tratamento por motivos econômicos. Após a prescrição médica, os pacientes devem ligar grátis para o atendimento (0800 722 7156).
Neste link poderá solicitar seu cartão personalizado. Os medicamentos deste laboratório: Cipramil (Citalopram), Clopixol (Zuclopentixol), Ebix (Memantina), Lexapro (Escitalopram).
Geralmente as empresas fabricantes de medicamentos não fazem muita questão que estes programas fiquem conhecidos pelo público em geral, mas você pode conversar com seu médico no momento da consulta, pergunte a ele se o medicamento que foi prescrito consta de algum destes programas de desconto, converse também com o farmacêutico de sua confiança, ele também pode verificar se na sua receita consta produtos que podem ser adquiridos com desconto em algum destes programas, e se for o caso poderá até lhe cadastrar.

Fonte: http://www.plugbr.net/como-cadastrar-nos-programas-cartao-desconto-dos-laboratorios-e-comprar-medicamentos-mais-barato/

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Gerenciando Fibromialgia: Um Guia Para Médicos - Managing Fibromyalgia: A Guide For Physicians

Managing Fibromyalgia: A Guide For Physicians

Data do artigo: 06 de Maio de 2013 - 09:00 PDT


Fibromialgia , agora reconhecida como uma verdadeira síndrome de saúde com origem no sistema nervoso central, tem visto muitas evoluções recentes sobre o seu diagnóstico e tratamento, que deve incutir novas abordagens, afirma um artigo de revisão publicado em CMAJ (Canadian Medical Association Journal) . 
"A causa da fibromialgia é desconhecida, mas há alguma evidência de uma predisposição genética, alterações na tensão de resposta ou eixo hipotálamo-hipófise, e os possíveis eventos desencadeantes ", escreve o Dr. Mary-Ann Fitzcharles, Instituto do Centro de Saúde da Universidade McGill ( RI-MUHC) e da Universidade McGill, com co-autores.
 "Na ausência de achados físicos ou resultados anormais de exames laboratoriais, clínicos devem contar com o honrado arte da medicina para diagnosticar a fibromialgia." Fibromialgia, reconhecido como uma condição médica em 1990 pelo American College of Rheumatology classificação, tem sido associado com ceticismo sobre a sua validade como uma condição médica devido à sua natureza não-específica - dor, distúrbios do sono, fadiga e distúrbios do humor -. ea incapacidade para confirmar o diagnóstico com exames clínicos ou laboratoriais, porque fibromialgia não pode ser diagnosticada por qualquer laboratório teste, investigações desnecessárias devem ser evitadas. 
"Na ausência de um teste confirmatório, opinião de especialistas sugere que as investigações devem ser limitados a exames de sangue simples, incluindo um hemograma completo, VHS, proteína C-reativa, a função da tireoide e do nível de creatina quinase, quando um diagnóstico alternativo é considerado ", escrevem os autores. 
Outra mudança importante para a fibromialgia é a eliminação da contagem dos pontos dolorosos, que foi erroneamente embutido no diagnóstico de fibromialgia, nos últimos 20 anos. Apesar de reumatologistas foram previamente visto como médicos responsáveis ​​pelo diagnóstico e manejo dessa condição, a taxa de prevalência de 3% da população torna insustentável para a maioria dos pacientes a serem diagnosticados e gerenciados em um ambiente especializado. Por isso, os médicos de cuidados primários são mais bem posicionado para assumir esse papel, como recomendado pelas Diretrizes 2012 da fibromialgia canadenses. A estratégia de gestão mais adequado para essa condição será uma combinação de não fármacos (ou seja, o exercício, técnicas de relaxamento, terapia cognitivo-comportamental, etc ) e as terapias farmacológicas adaptada a cada doente individual. 
O principal objetivo do tratamento é melhorar a função e aliviar os sintomas mais incômodo (s), como a dor é reconhecida como o sintoma de pivô. 
"Até que a patogênese da fibromialgia seja mais claramente estabelecida, o ceticismo sobre a condição permanecerá", escrevem os autores. "Mesmo dentro das limitações do conhecimento atual, os médicos devem cuidar desses pacientes de acordo com as melhores evidências disponíveis e usando caminho do julgamento clínico." 

Artigo adaptado por Medical News Today de imprensa originais. Guia Clique em 'referências' acima para fonte. 
Visite o nosso fibromialgia seção para as últimas notícias sobre este assunto.
Referências: "Fibromialgia: conceitos em evolução ao longo das últimas duas décadas" , 
. Mary-Ann Fitzcharles et al CMAJ 2013. DOI: 10.1503/cmaj.121414

 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

SUCO DE COUVE CONTRA FIBROMIALGIA - CUIDADO!!! EXISTEM CONTRA INDICAÇÕES!!!!

No último domingo um canal de tv aberta, fez a apologia a automedicação novamente. Isso nos deixa muito tristes e preocupados.
Falaram do tão famoso suco de couve para dores. Pedimos que leiam o artigo que publicamos abaixo com toda atenção, e divulguem... 
A mídia quer audiência, e não pensa na responsabilidade social ou na sua saúde!
SUCO DE COUVE - É BOM PARA DIMINUIR AS DORES DA FIBROMIALGIA?
Muitas e muitas vezes vimos postagens falando das maravilhas que esse suco pode trazer aos pacientes com dores crônicas, como é a fibromialgia.
Porém, como a maioria das plantas e ervas medicinais a couve, a laranja e outros ingredientes possuem contra indicação.

Para melhor esclarecer isso, é melhor que leiam o artigo publicado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo:
http://www.endocrino.org.br/alimentacao-e-tireoide/

Se você não sabe se tem problemas com sua glândula tireoide, vá ao endocrinologista para fazer os exames e descobrir.

Há um hábito tipicamente brasileiro de crer que "Tudo que é natural não faz mal."
Isso é mito!

Não há estudos sobre a interação dos medicamentos que usamos com esse suco tão popular E IRRESPONSAVELMENTE difundido.

Quanto a laranja, além de sua acidez pode provocar diarreia a quem tem SII - Síndrome do Intestino Irritável, principalmente SE usada diariamente.

Portanto, muito cuidado ao ver uma matéria na tv, numa revista, ou indicação de conhecidos. Elas não abordam pessoas, que como nós, que tem outros sintomas - por isso nós somos portadores da Síndrome de Fibromialgia, ou seja, a síndrome engloba uma série de sintomas distintos.

Mesmo em meio ao desespero, CUIDADO! Você está ingerindo algo que não sabe que efeito pode causar à você.

Se todos os remédios fossem eficazes não precisaríamos trocar, experimentar para saber se fará o efeito esperado ou não. Mas isso é feito com o acompanhamento médico, certo? Diferente de indicações ou sugestões que vemos ou ouvimos por aí.

Sua saúde e sua vida são seus maiores bens!


quinta-feira, 11 de julho de 2013

L12842 CONHECIDA COMO "ATO MÉDICO"

L12842

Nós fibromiágicos, que tanto dependemos de médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, educadores físicos, temos a obrigação de saber o que compete e não compete ao médico. A que ele está diretamente responsável.

Esse é um tipo de informação que todos deveriam ter guardadinho, para no momento mais inesperado, saber onde consultar.

Baixe e guarde em seu computador. Nunca se sabe quando irá precisar.

Click no nr da Lei, que está acima, que ela funciona como um link, levando-o direto ao site do Planalto.

Lei só para tomar conhecimento. Alguma coisa você certamente irá guardar.

Agora podemos saber pelo que o médico pode ou não ser responsabilizado.

Porém, para nós que dependemos do INSS fica a pergunta?

No ato em que o médico cumpre a função de perito, como ele pode não relacionar o trabalho a piora ou a melhora para a doença do trabalhador periciado, que já está atestada por um especialista; mas alguns peritos insistem em não conceder o benefício sem o menor pudor ou escrúpulos diante de situações tão berrantes???

Para cumprir com o que determina a lei o perito, que é médico, deixará de cumprir determinações da chefia direta - INSS??? Se sim, como fica o trabalhador???

Alguém consegue responder a estas perguntas???

Agradecemos!!!

Dor crônica é o sintoma mais prevalente nas doenças relacionadas ao trabalho

05/03/2013 00:29

Chama bastante atenção dos reumatologistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia o aparecimento de patologias compatíveis com LER/DORT em mulheres que exercem dupla jornada de trabalho.


SÃO PAULO [ ABN NEWS ] — A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) chama atenção para o Dia Internacional de Prevenção às LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo / Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho), lembrado na última quinta-feira (28 de fevereiro), sobre a gravidade, os tratamentos e a cura de doenças relacionadas ao trabalho.

Os especialistas alertam que, após uma análise criteriosa, são exemplos de LER/DORT doenças como tendinites, tenossinovites, bursites, neuropatias compressivas como a síndrome do túnel do carpo, cervicalgias, braquialgias, dorsalgias, lombalgias e ciatalgias, entre outras. Também doenças passíveis de serem caracterizadas como LER/DORT ocorrem na população em geral, inclusive em quem não trabalha.

LER/DORT e dor crônica

Segundo os reumatologistas, a dor crônica é o sintoma mais prevalente nas LER/DORT, acompanhada ou não de alterações em estruturas como por exemplos, tendões, músculos, sinóvias, bursas, discos intervertebrais, bainhas tendíneas e inervação.

As causas mais freqüentes que podem desencadear tais doenças são a utilização de técnicas incorretas de trabalho, o uso de ferramentas, de mobiliário e de máquinas inadequadas, a repetitividade, a ausência de pausas e de rodízios de funções, além de fatores psicossociais como, por exemplos, estresse, insatisfação com o trabalho e baixo suporte familiar e social.

De uma forma geral, as doenças atingem pessoas que trabalham em condições que exigem mais do que as estruturas anatômicas e funcionais possam suportar. Sendo o uso inadequado do corpo no trabalho um fator preditivo para o adoecimento. Pode desenvolver uma doença caracterizada como LER/DORT o trabalhador que estiver exposto a riscos ergonômicos em frequência, duração e intensidades significativos.

Para os especialistas, existem pelo menos três fatores que devem ser avaliados com rigor para o diagnóstico das LER/DORT que são: o tempo de exposição ao risco ergonômico, bem como a intensidade e a frequência com que se deu esta exposição.

É senso comum que as mulheres são as principais vítimas, mas como as LER/DORT representam um grupo de diferentes doenças, a informação não é embasada cientificamente. Porém, um fator que chama bastante atenção é o aparecimento de patologias compatíveis com LER/DORT em mulheres que exercem dupla jornada de trabalho. Entende-se aqui por dupla jornada de trabalho como a jornada laboral acrescida do trabalho realizado em casa.

Capacidade de trabalho reduzida

Para os especialistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, os mais prejudicados pelas LER/DORT são os profissionais do mercado por terem sua capacidade de trabalho reduzida, que vivenciam quadros dolorosos e com gastos aumentados com o uso de medicamentos para contornar os sintomas das doenças.

Já, as empresas que avaliam a queda de produtividade do profissional precisam contratar e treinar mais trabalhadores para suprir os dias de ausências dos doentes e, quando condenadas, em casos de ações indenizatórias promovidos por funcionários que perderam sua capacidade de trabalho, são obrigadas a arcar com custos adicionais.

Tratamento e cura

Quanto mais precoce for o diagnóstico e, consequentemente, mais cedo for iniciado o tratamento adequado, melhor será a resposta obtida, alertam os reumatologistas. O tratamento será específico para cada tipo de doença caracterizado como LER/DORT. Costuma ser clínico medicamentoso. A fisioterapia tem espaço destacado. Os casos quando não tratados em tempo hábil, acabam evoluindo para o tratamento cirúrgico.

É consenso dos especialistas que o melhor remédio é a prevenção. No caso das LER/DORT esta premissa é a verdadeira. A Sociedade Brasileira de Reumatologia destaca que a prevenção evita sofrimento e gastos desnecessários.

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) disponibiliza uma cartilha com foco na prevenção das LER/DORT, com linguagem para leigos. Clique aqui para download da Cartilha em PDF


domingo, 7 de julho de 2013

A chave para o tratamento da fibromialgia

02 DE JULHO DE 2013
POR ADMINFIBROMYALGIA

Pesquisadores científicos têm proporcionado uma série de descrições para essa condição, mas não importa como ela é descrita, uma coisa permanece: a fibromialgia é uma síndrome dolorosa. É um assassino silencioso que se infiltra lentamente a vida e a energia da pessoa afetada até o momento em que ele iria se se sentir imobilizado e inútil às vezes. Basta dizer que, a fibromialgia é uma condição que pode alterar significativamente a sua qualidade de vida.
Afora o fato de que não existem causas definidas conhecidos para a doença, que tem uma série de sintomas que são levemente semelhante a outras condições médicas, acrescentando que o quebra-cabeça. E depois, há também a questão de uma cura definitiva disponíveis no momento. Não importa se este for o caso, toda a esperança não está perdida porque ainda há uma maneira de viver a vida ao máximo, mesmo se você está sofrendo de fibromialgia.
Tratamento da fibromialgia
Não há nenhum teste de laboratório que pode determinar se você está realmente infectado com a doença, de modo que o diagnóstico se tornará um processo de eliminação. Isso pode levar tempo, e também exigiria vários testes laboratoriais para excluir outras condições.

Depois de ter sido diagnosticado com fibromialgia, então você pode começar um método de tratamento multifacetado, já que não há tratamento conhecido para isso ainda. Além de seu provedor de cuidados de saúde primários, que será determinar as suas opções de tratamento, um reumatologista e neurologista também estará envolvido para ajudá-lo a vir para cima com as opções de tratamento viáveis.
Medicamentos para a fibromialgia
uma vez que existem muitos sintomas que precisam ser abordadas quando você está sofrendo de fibromialgia, você também precisa tomar vários tipos de medicamentos:
Analgésicos - uma vez que a dor é um sintoma persistente em todos os pacientes com fibromialgia, a medicação principal que será prescrito é analgésicos. Há analgésicos que não precisam de receita disponíveis para a fibromialgia, para dor que não é tão intensa, mas se estes medicamentos não funcionam no seu caso, o médico também pode prescrever medicamentos mais fortes, como o tramadol.
Relaxantes musculares - Outro sintoma doloroso que pacientes com fibromialgia são os espasmos musculares e, a fim de aliviar a dor, relaxantes musculares são prescritos. Estes medicamentos funcionam para relaxar os músculos, mas também há alguns relaxantes que trabalham no sistema nervoso central. No entanto, também existem efeitos secundários graves para o último é por isso que a maioria dos médicos prescrevem apenas a primeira opção.
Efeitos colaterais : visão turva, instabilidade, sonolência, boca e olhos secos, e mudança na cor da urina
Antidepressivos - Estes medicamentos não são apenas bons para o tratamento da depressão, mas também pode fornecer vários relevos dos sintomas da fibromialgia. Para além do tratamento da depressão, que pode ter um efeito colateral possível da fibromialgia, também trata de dor, os problemas do sono e fadiga, nesta condição. Além disso, os antidepressivos também são utilizados para aumentar os níveis de hormônios no organismo, tais como a dopamina e serotonina, que são suspeitos de ser um dos fatores de fibromialgia quando os seus níveis são baixos. Há muitos tipos de antidepressivos, mas os mais utilizados são:
Medicamentos para dormir - muitas vezes, um dos sintomas mais graves de pacientes com fibromialgia é a falta de sono, do tipo que é suposto para restaurar a energia do corpo. Esta é a razão pela qual medicamentos para dormir, como pílulas para dormir e sedativos também são prescritos pelo médico.
Tão eficaz como estes medicamentos podem ser, efeitos colaterais é uma questão que um paciente de fibromialgia tem de enfrentar. Diferentes medicamentos têm efeitos colaterais diferentes. Overdose de alguns dos medicamentos mencionados acima podem até causar a morte, por isso é tão importante que você aprenda todos os possíveis efeitos colaterais que podem afetá-lo por discutir suas opções com seu médico.

Há outros medicamentos receitados por um médico para o tratamento da fibromialgia, e pode ser uma combinação de duas ou mais drogas ao mesmo tempo. Uma vez que estes medicamentos também podem impactar cada paciente de forma diferente, o que pode funcionar para uma paciente de fibromialgia não pode fazer nenhum bem a outro. Esta é outra razão pela qual você tem que tentar várias opções antes de finalmente encontrar o plano de tratamento adequado para sua condição.
Mesmo que as chances de finalmente curar a fibromialgia ainda são muito escassas, aliviando os sintomas da doença não é impossível. A chave para o tratamento da fibromialgia é a criação de um plano de tratamento perfeitamente adaptado para o seu caso. Além disso, as práticas de auto-ajuda e uma mudança de estilo de vida também pode ser uma chave para a sua recuperação. Exercício, não importa o quão difícil é para uma condição que inclui os espasmos musculares e dor como seus sintomas, é factível. Acima de tudo, a recuperação estável e segura da fibromialgia pode ser alcançado se você tem a atitude de fazer um estudo de seu plano de tratamento.

Fonte: http://www.fibromyalgiasecrets.com/the-key-to-treating-fibromyalgia/